Tuesday, September 7, 2010

Archive for abril, 2009

Valéria Simões: um Lugar de Ausência no MAM

Posted by Navii On abril - 21 - 2009

valeriasimoesExposição da fotógrafa aberta na segunda, 20, no Museu de Arte Moderna, reúne imagens insólitas, sem tempo e espaço, numa das melhores mostras de artes plásticas do ano na cidade.


Valéria Simões é uma usina, incansável com olhar inquieto, voraz.  Condições necessárias para captar o que poucos vêem e muitos menos enxergam. A exposição “Lugar de Ausência”, aberta segunda, 20, no MAM, trata do indivíduo na relação com o seu entorno,  vestígios de sua existência,  efemeridade das situações transitórias.  Traz o olhar de Valéria sobre  paredes descascadas, respingos de pinturas em oficinas mecânicas, sobras de roupas num rio, as bocas do céu, a bola solitária na areia. A mostra no Museu de Arte Moderna, no Solar do Unhão, reúne 30 fotos feitas no Centro Histórico de Salvador e em cidades do interior baiano em nove meses de trabalho, ansiedades, fim de mundo, uffff…enfim, com resultado surpreendente.  “Estou muito feliz. As pessoas estão entendendo a mensagem”, disse ela na abertura da mostra, no corre-corre normal, normal. Valéria fez tudo nessa exposição - da idéia original, à concepção de vídeos, molduras, instalações e até à ultima varrição do chão do MAM, na tarde da abertura. “Alguém tinha que varrer, por que não eu que estava ali?”, diz com naturalidade das que botam a mão na massa para o banquete acontecer.

Depois do MAM, a exposição vai percorrer várias cidades do interior da Bahia, sempre seguida de palestras da artista plástica.  Visitação no MAM de terça a domingo, das 13h às 19h, e nos sábados  das 13h às 21h.

Por Arthur Andrade

Parecia mais uma vítima da chacota dos programas de calouros. Mas Susan Boyle surpreendeu o mundo e bateu todos os records de acessos no Youtube.

Susan Boyle

Susan Boyle

O depoimento é simples e sincero:

“Eu mal posso me lembrar do que aconteceu naquela noite, já que fiquei de olhos fechados a maior parte do tempo. Eu realmente não me dei conta do que estava acontecendo.”

A declaração é de Susan Boyle, hoje grande fenômeno de visitação na internet, mas até alguns dias atrás uma completa desconhecida do grande público.

A platéia do programa “Britain’s Got Talent” riu quando Boyle surgiu no palco com seu cabelo estranho, seu vestido de moda duvidosa e uma história de vida — que praticamente só ela conhecia — com muito mais baixos que altos. Mas Susan não se destacou pelo sentimento de pena. Susan conquistou não somente os milhares de telespectadores do programa, não somente o público que assistia ao vivo, não somente os jurados — entre eles aquele é considerado o julgador mais cruel da televisão mundial, Simon Cowell, conhecido pelo programa “American Idol” –, mas todos os que se emocionaram com sua interpretação impressionante de “I Dreamed a Dream”. O vídeo conquistou a internet via Youtube e se transformou num dos links mais visitados em todos os tempos.

Simon Cowell

Simon Cowell

De entrevistas que ela deu posteriormente, inclusive ao Daily Mirror, saem as informações que não poderíamos imaginar sobre Susan:

Caçula de uma família de nove irmãos, Susan nasceu de um parto complicado em que sofreu falta de oxigenação, deixando-a com uma grave sequela: dificuldades de aprendizado. Por conta disso, tornou-se alvo de chacotas e brincadeiras maldosas de outras crianças quando frequentava a escola.

Susan nunca teve um namorado. Cresceu, envelheceu e teve na música o seu único alento na vida. Porém, com problemas de auto-estima, nunca apostou em seu talento natural. Inscreveu-se, enfim, para participar do Britain’s Got Talent dois anos após a morte de Bridget, sua mãe, em 2007. Ela era fã do programa e dizia que, se um dia Susan fizesse sua inscrição no reality show, seria vencedora. Disse Boyle: “Eu nunca acreditei que era boa o suficiente. Foi só após a morte de minha mãe que tomei coragem para fazer minha inscrição. Foram tempos difíceis, sofri de depressão e ansiedade. Mas após a escuridão vem a luz. Queria que minha mãe tivesse orgulho de mim, e a única maneira de fazer isso foi correndo o risco de participar do show”.

Susan Boyle mostrou mais que talento: sem o rostinho bonito das celebridades instantâneas — algumas com talento, muitas nem tanto — Susan mostra que nunca é tarde para começar, nunca é demais tentar, e é sempre importante acreditar em si mesma, apesar dos medos no “arriscar-se”, apesar de todos os pesares que a vida oferece.

Alguns dos links:

No Youtube:
- http://www.youtube.com/watch?v=RxPZh4AnWyk
- http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY

Matérias, algumas com vídeos inseridos:

- Britain’s Got Talent: Singing sensation Susan Boyle sang to escape the bullies
- Desempregada pode se tornar nova estrela musical do Reino Unido
- Susan Boyle, uma britânica de 47 anos, realiza o sonho de ser cantora
- Participante de reality show britânico vira febre na internet

No Globo Online:

De sua casa na Escócia, Susan Boyle, cantora revelação do reality show “Britain’s got talent”, cantou nesta quarta-feira ao vivo para o “Good morning America”, que tem uma audiência de 5 milhões de pessoas. Susan, que tem entre seus fãs Demi Moore e Oprah Winfrey, já é considerada uma estrela global graças a sua performance da canção “I dreamed a dream”, do musical “Os miseráveis”.

susan_boyle2

“Mas após a escuridão vem a luz”
(Susan Boyle)

Fonte: Telemagia

Exercícios para cérebros enferrujados

Posted by Navii On abril - 13 - 2009

De aorcdo com peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem as

lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que vcoê

anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua  mente leia corretamente o que está escrito.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!



Empresas que ainda restringem acesso à internet aos funcionários no local de trabalho, têm mais um motivo para repensar modelo de administração. Recente estudo indica que redes sociais como Twitter, Facebook e mesmo Orkut podem ajudar no desempenho dos profissionais.  Pesquisa feita na Universidade de Melbourne, Austrália, aponta que navegar na internet para diversão enquanto se está no escritório aumenta a produtividade.  Segundo a agência de notícias Reuters, o estudo mostra que pessoas que usam a internet por razões pessoais no trabalho são cerca de 9% mais produtivas que aquelas que não usam.

O autor do estudo, Brent Coker, do departamento de administração e marketing da instituição, disse que “as pessoas precisam sair um pouco do trabalho para trazer de volta a concentração necessária para suas atividades”. “Paradas rápidas para uma rápida navegada na internet, faz com que a mente descanse, o que posteriormente a torna capaz de se concentrar mais durante o trabalho e, como resultado disso, a produtividade aumenta”, afirma Coker. Ele diz que as empresas costumam gastar muito dinheiro em programas para bloquear sites de vídeo, de compras e de relacionamento, com o pretexto de que isso custa muito em perda de produtividade. “Mas as coisas não acontecem sempre desta maneira”, diz o autor, complementando que as pessoas que foram analisadas navegavam por estes sites com moderação durante o horário de trabalho, por cerca de 20% de todo período.

Fontes: Reutters e Folha

Em suas cerimônias  religiosas,  índios da Amazônia usam diademas e vestem ponchos de plumas para  encarnar homens pássaros. Seriam seres que podiam voar e aproximar-se dos deuses e do sol, livres para flutuar e chegar ao mundo dos espíritos. Os homens-pássaros contemporâneos reinterpretam e revitalizam esses adornos de plumas e, como por magia, parecem de novo vestir essas roupas coloridas e mágicas dos povos indígenas.

Esse universo mágico e ancestral vai ser apresentado pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA (MAE) na exposição “Homens Pássaros”, a partir de segunda-feira, 6 de abril - até 23 de maio. A mostra faz uma releitura artística e  etnográfica sobre homens-pássaros através de sua reconstituição por  homens contemporâneos ornados com penas de pássaros, que aparentam ressuscitar os indígenas que encarnavam aves.  Representar um homem como um pássaro é, também, figurar a dimensão  aérea, sonhadora, a alma idealista do ser humano que sonha a liberdade das araras e dos beija-flores da floresta amazônica, diz um dos organizadores do evento, River Dillon. Expor esses homens-pássaros num museu de cultura indígena sul-americana é confrontar esses retratos com os objetos de plumas que os tem inspirado, mas também reunir esses sonhos fotográficos modernos com os mitos indígenas dos homens-pássaros e devolvê-los ao seu verdadeiro contexto: a civilização indígena e os objetos de arte de plumas de pássaros da Amazônia.

Vida após a morte. Não se trata de reencarnação, renascimento, transmutação da matéria.  A “vida” após a morte é garantida por empresas  de internet dos Estados Unidos. Elas descobriram novo filão: o de administrar assuntos web em caso de morte do internauta.  Informações que os mortos não poderão revelar nunca mais - senhas, por exemplo, de contas bancárias -  são armazenadas por sites específicos, para que descendentes do morto possam acessar seus dados on-line. Por preços em torno de US$ 25 (R$ 58) ao ano, as companhias guardam as chaves de acesso ao universo on-line e as entregam aos descendentes do indivíduo quando esse morre e não pode mais atualizar seu perfil no Orkut. Não se trata, no entanto, apenas de permitir acesso dos familiares ao dinheiro na conta bancária ou às milhas de uma companhia aérea.

Quando um amigo que só conhecia pela internet repentinamente deixou de dar sinais de “vida virtual”, os norte-americanos Mike e Pamela Potter pensaram que poderia ter morrido - e entraram para a lista das pessoas que precisam deste tipo de serviço. Eles descobriram que o amigo tinha apenas saído de férias para um local sem acesso à internet. Mas, deste incidente, nasceu o Slightly Morbid, um site que permite criar uma lista de pessoas que devem ser notificadas em caso de morte ou acidente que impeça alguém de entrar na rede.

A página exige que o usuário confie a uma terceira pessoa os dados de sua conta de acesso ao sistema. Em caso de tragédia, o indivíduo notifica o Slightly Morbid, que envia uma mensagem automática para os contatos previamente escolhidos.

Outros serviços, como o Death Switch, com cerca de mil usuários, tentam evitar essa medida. Por US$ 20 (R$ 46) ao ano, os membros do site criam uma lista com a informação que desejam que seja enviada às pessoas próximas, incluindo mensagens de despedida ou vídeos. O usuário deve acessar sua conta em determinados intervalos de tempo -por exemplo, uma semana– para confirmar que está vivo. Caso deixe de fazer isso, o sistema tenta repetidamente entrar em contato com a pessoa e, se não houver resposta, começará a mandar e-mails aos mais próximos, esteja morto ou não.

Jeremy Toeman, fundador do Legacy Locker, apostou em um sistema mais conservador –que requer, inclusive, uma cópia do atestado de óbito antes de começar a compartilhar a informação do morto. A companhia, que começará a oferecer os serviços em abril, trabalha intimamente com advogados e assessores de finanças que, nos EUA, são encarregados de elaborar testamentos. “Achamos que é um serviço muito valioso para todos aqueles que tenham diferentes contas. Como se vê, o mundo virtual está apenas no seu lento começo.

Com informaçõs da Folha Informática