Archive for outubro, 2008
All you need is Love…marks
Tomio Kikuchi: o equilíbrio é um tédio
O veículo que levava Tomio Kikuchi quebrou no caminho entre o aeroporto de Salvador e o sítio Oásis de Luz, no município de Lauro de Freitas, a menos de 20 km da capital baiana. No Oásis, o introdutor da macrobiótica no Brasil faria palestras e coordenaria série de atividades para cerca de 60 pessoas. Aos 82 anos, com seu paletó de sempre (cinza claro) Kikuchi esperava socorro sob o sol do meio-dia do sábado, 18. Eu, que dei o socorro, reclamei do calor. O velho, não. Quando tentei acionar o ar-condicionado, ele pediu: “Por favor, não. É bom sentir o natural da cidade”.
Tomio Kikuchi não gosta de falar. Viajou em silêncio. É curioso esse silêncio para quem fala quatro horas seguidas nas palestras. Percebo o professor como o cantor que evita usar a ferramenta fora do palco. Mas mesmo no silêncio, ele mantinha o exemplo. Viver a natureza na sua dramática intensidade. Reclamei com meus botões, só isso.
Nas duas palestras, mais exemplos. O que mais me atormentou foi a postura. Kikuchi ficou três horas sentado sobre os calcanhares – ajoelhado em seiza – falando, desconstruindo conceitos, desmontando padrões. Já nem ouvia mais o texto, impressionado com aquela forma sofrida de sentar. Sinto o rufar de glórias internas quando fico cinco minutos em seiza. Três horas é demais! E pior, ele se levantou naturalmente, sem qualquer vestígio de incômodo. Eu levanto sem pernas, sem pés, sem dedos. Alguém me tranqüilizou. Japonês já nasce em seiza.
Mas Kikuchi fez coisas piores. Fez apologia ao desequilíbrio. O mundo cresce graças ao desequilíbrio, disse ele. Achamos que o normal é viver atrás do equilíbrio. Do equilíbrio das contas, do humor, da mente, das relações. Sonhamos com o equilíbrio social, o equilíbrio entre os poderes e do poder. Kikuchi, não. O desequilíbrio é o barato. É o desequilíbrio que nos leva a sonhar com o equilíbrio. Ninguém sonha com o desequilíbrio, uma vez que ele é a única situação real… e fantástica. É isso que torna incrível e assustador o ato do acrobata na corda-bamba a 50 metros do chão. A possibilidade do desequilíbrio fatal. É o desequilíbrio das relações nas histórias que torna o livro, o filme, a novela interessantes. Kikuchi tem razão: o equilíbrio é um tédio.
Nós os poderosos
O introdutor da macrobiótica resolveu nos irritar, nós os macrobióticos. “Pode comer o que quiser, só assuma as conseqüências”. Isso é péssimo. Não coma carne, nem frango, coma pouco peixe, elimine açúcar, café, laticínio. Trigo no calor, nem pensar. Esses seriam os conselhos de um sensei da alimentação milenar. Mas não. Kikuchi deve estar cansado dessa ladainha sobre as broncas alimentares. Resolveu adotar a tática do “coma o que quiser”. Mas assuma as conseqüências. É muito pior. É como se nos deixasse a responsabilidade pela decisão da escolha. Nós que delegamos a professores a educação dos filhos; aos médicos, a saúde; ao padre, o espírito; ao sensei de Judô, a evolução no tatame.
Nós os chatos
A turma da macrobiótica tem fama de chata. Superior, detentora do conhecimento milenar em torno do arroz integral, do banchá, da raiz de lotus. Tudo bobagem. Ninguém é melhor por saber mastigar 80 vezes ou rolar sem tocar a cabeça no chão, nos exercícios de ritmoprática. Na primeira palestra de Kikuchi, um dos antigos macrobióticos de Salvador fez um discurso emocionado em homenagem a Zanata, pioneiro da macrô na cidade. Depois, pediu a opinião do professor. “Palhaço, Zanata palhaço”. Kikuchi disparou. Pintou o clima. Desequilíbrio na área. Para Kikuchi, Zanata foi um traidor. O emocionado amigo estava lívido. Zanata falava uma coisa, praticava outra. Morreu de câncer, por distúrbios alimentares. Um traidor, insistiu Kikuchi. Ora, Zanata foi responsável pelo desfecho. Levou muitos para o caminho da alimentação integral, mas ele próprio se abandonou. Kikuchi parecia ferido com aquilo. Deve ter perdido um amigo. O antigo macrô pediu desculpas. Kikuchi concedeu: Tudo positivo/negativo. Tudo desequilíbrio/equilíbrio. Tá tudo certo!
Arthur Andrade
O que significa para o mercado o embate entre Nizan Guanaes e Fábio Fernandes
A crise econômica mundial e os efeitos dela na economia brasileira têm sido o foco de conversas nos mais variados meios: dos debates especializados às conversas em mesa de botequim. Alguns são mais otimistas; outros nem tanto. O que é certo é que o debate está apenas começando, inclusive nas principais rodas de executivos no País. Dentro desse contexto, é natural que os ânimos se alterem. Foi o que se viu durante o Maximídia (evento de publicidade que aconteceu no começo de outubro, em São Paulo). Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC, e Fábio Fernandes, presidente da F/Nazca saíram de um debate caloroso sobre como o País se prepara para a crise e terminaram com um bate-boca digno de ser viralizado. E foi o que aconteceu. O vídeo editado com os momentos mais quentes do embate foi postado dia 22 de outubro no YouTube e, em apenas um dia, teve mais de 22 mil visualizações e quase 100 comentários.
A divergência de pensamentos em relação ao momento atual da propaganda, os palpites a respeito do protagonismo da crise no Brasil e o que deve ser feito para amenizar suas conseqüências foram os propulsores desse acalorado “bate-boca” entre os executivos. Quem está inserido, de alguma forma, na “panela” do mercado publicitário brasileiro, tem acompanhado e palpitado sobre as questões levantadas pelos empresários. Além do vídeo, a outra “peça viral” é um email/carta-resposta supostamente enviado por Fábio Fernandes aos seus funcionários, explicando o acontecido. Uma varredura realizada na mídia social mostrou que o episódio está fortemente presente no boca-a-boca online. Uma amostra disso é o buzz que tem sido gerado nos blogs em torno do episódio. Apenas no dia 22, foram capturados cerca de 70 posts sobre o assunto como resultado da postagem do vídeo do debate no YouTube. Blogueiros do trade estão em polvorosa com o acontecido. Mais de 200 blogs já postaram sobre o caso e seguem divulgando as atualizações.
No Twitter usuários prevêem: “vai ser o viral do ano”. Mas o que toda essa celeuma pode nos trazer de lição? Nizan Guanaes, Fábio Fernandes e mesmo os blogueiros que repercutiram o embate acabaram desviando o foco da crise. Pouco se falou de fato sobre como as empresas tendem a se comportar durante a fase de vacas magras. “A primeira coisa que eles cortam é a publicidade”. Será que a palavra é cortar? Não seria mais adequado remanejar ou mesmo otimizar? Não há momento melhor que este para avaliarmos onde as empresas podem e devem investir: vale mais a pena gastar milhões em propaganda ou reduzir a escala de gastos para um trabalho focado em engajamento de consumidores?
A mídia social, que cresceu exponencialmente no último ano, tem uma maior capacidade de segmentação e afinamento com o objetivo do cliente e por isso se torna cada vez mais relevante. Em meio à turbulência da crise, a internet é a única mídia que cresceu e ainda mostra potencial de crescimento. Na contramão das mídias de massa, é ela que vem mudando os hábitos dos consumidores ao redor do globo. Blogs deixaram de ser uma fonte de informação para se tornarem parte de um sistema de relacionamento interpessoal. 20,6 milhões de brasileiros, o equivalente a 88,6% dos internautas ativos no país, segundo dados do Ibope, estão presentes nesse “sistema”. Esse é o volume de pessoas que navegam em sites de redes sociais, como Orkut, Twitter, e blogs, para deixar opiniões sobre marcas, produtos e empresas. O mercado não tem outra saída a não ser analisar esses dados. Interagir e se engajar com esse público também são palavras de ordem e quiçá farão a diferença frente ao seu concorrente nesse momento de gastos contidos.
Fonte: Renato Abdo (WWW.templodigital.com.br)
“Sobre eu e Nizan - ninguém é obrigado a ler”
O desabafo de Fábio Fernandes, da FNazca, sobre sua relação com o publicitário baiano Nizan Guanaes promete ser o viral do ano. O embate entre os dois profissionais ocorreu durante e após o Maximídia (evento de publicidade, no começo de outubro, em São Paulo). Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC, e Fábio Fernandes, presidente da F/Nazca saíram do debate caloroso sobre como o País se prepara para a crise e terminaram num bate-boca digno de ser viralizado. O vídeo editado com os momentos mais quentes postado dia 22 de outubro no YouTube teve mais de 22 mil visualizações e quase 100 comentários em apenas um dia. A seguir, veja o que escreveu Fábio Fernandes sobre Nizan.
Pessoal,
Achei que devia escrever a vocês para falar sobre o Maximidia e o debate/embate que eu travei com o Nizan. Acho que não é novidade para os mais próximos e os nem tão próximos que tenho diferenças profundas, quase religiosas, na visão sobre o que é e o que deve ser o negócio, o objetivo do trabalho, a missão, os processos, a forma e o conteúdo do prodtuto final de uma agencia de propaganda, em relação ao dito personagem - pra mim, uma caricatura de ser-humano, dublê de político populista e novo-rico deslumbrado, comediante de frases de efeito repetidas à exaustão, arremedo de empresário anti-ético e criativo anti-estético. Nunca escondi - nem dele - que o acho vil, pernicioso à nossa indústria, predador, oportunista, aproveitador, manipulador. Nunca deixei de observar e comentar que todo o tempo em que ele esteve criador, foi um tempo que ele utilizou apenas para
forjar um personagem que, com tino e capacidade de observação, o levaria a ter seu próprio negócio, onde ele reproduziria não aquilo que ele almejou como empregado mas, ao contrário, os piores modelos, os piores ambientes internos, piores lugares comuns,
entre todas as agencias em que ele trabalhou. Desde que isso, convenientemente, implicasse em fazê-lo mais forte, mais rico, mais poderoso.
Nizan é um caso típico de uma pessoa que quanto mais tem mais quer. E que quanto mais quer menos mede esforços e as consequencias nefastas dos atos que ele pratica para ter mais. Ele é o exemplo pronto e acabado da insustentabilidade. Se fosse presidente dos EUA não seria em nada diferente de Bush - só o discurso seria mais engraçado. Mas invadiria o
Iraque, deportaria estrangeiros, perseguiria minorias, poluiria a atmosfera, cagaria para o mundo. O que interessa para ele é ele. E por ele, acha ele, que pode, ele, tudo.
Mas a minha questão mais vital em relação a ele, é o fato de que - queira eu ou não - ele se transformou em uma celebridade da propaganda brasileira. Os incautos, os bobos da corte, os novatos, os leigos, os incultos, clientes inclusive, publicitários inclusive,
imprensa, principalmente, inclusive, o acham o máximo. E eu, que convivo muito bem com as minhas invejas, meus desencantos, meus fracassos, não teria nada a objetar se ele o fosse de fato. Portanto não é este, em nenhuma hipótese, o meu problema com ele.
O meu imenso, colossal, infinito problema com ele é que, amparado por essa ‘populariadade’, ‘unanimidade’, ’superioridade’ ele diz o que quer, do jeito e na hora que quer, destruindo o que quer, com voz e pompas de ‘representante da categoria’. Agencias que produzem trash for cash (ou, lixo por dinheiro, em bom português) existiram e existirão sempre. Na realidade,
em boa parte elas até nos ajudam a sermos melhor percebidos como inovadores, originais, cuidadosos, diferentes. O Brasil, entretanto, é o único país do mundo onde a publicidade tem no discurso do seu maior expoente que ‘o que é bom é feito para ser copiado’, ‘propaganda criativa é bobagem’, ‘eficiência é o contrário de originalidade’, ou as pérolas que ouvimos no
próprio Maximídia ‘momento de crise não momento de inovar’. Ou seja: na falta de capacidade ou de vontade de fazer boa propaganda, propaganda de qualidade (o que, obviamente, na nossa opinião passa obrigatoriamente por inovação, criatividade, excelência na execução e excitação do pessoal interno de uma agencia de propaganda) o que ele faz - oficialmente - é nos colocar na posição de meninos traquinas, revoltadinhos de plantão, criativos irresponsáveis que querem brincar com o dinheiro dos clientes, enquanto ele finge que é Jack Welch, Warren Buffet ou Armínio Fraga. Nizan não sabe mais quem ele é. Ele é publicitário mas quer fingir que é analista econômico. Foi criativo mas gostaria mesmo era de ser dono da Ambev. Tem um business microscópico mas arrota ares de colega de turma de um Jorge Gerdau. Mas eu sei quem é Nizan. É um demagogo. Ele sabe bem que o discurso do tradicionalismo, do conservadorismo, da mediocridade, da pasteurização, agrada em cheio a uma imensa gama de bundões de plantão que preferem demitir do que investir. Preferem temer do que empreender, preferem dividir os prejuízos, já que nos lucros ele posa com a esposa em sandálias de 3.200 reais em seu apartamento em Paris. Preferem disseminar o caos, porque a alegria dos bons momentos ele rega com champagne em festas particulares com celebridades estéreis e etéreas de ultima hora.
Na publicidade, que afinal é o meu negócio, embora sempre que eu fale nisso ele ache que o assunto está infantil demais (lembrem-se, ele é um business man) ele sabe também que há bundões prontos a gastar mais para contratar uma meia dúzia de artistas famosos, cantando um jingle com uma logomarca formada por funcionários da empresa, do que se ‘arriscarem’ a criar um posicionamento de verdade, uma linguagem proprietária, um estilo único e próprio.
Na visão desse chupa-sangue de plantão, ele está certo. Tanto que acerta duas vezes com uma mesma tacada: acalenta os desejos mais primitivos de um ou outro cliente cagão e ainda fatura muito mais em cima do trouxa que tem que enfiar todo o dinheiro do mundo para ser ouvido/visto/lembrado com uma bobajada cheia de clichês e formulinhas baratas, que definitivamente não sobreviveriam a um plano de mídia comprado com poucos recursos. De quebra, ele ainda usa todo o seu arsenal de repetidores e baba-ovos da imprensa e arredores para confirmar que um monte de estrume na verdade é um pote de ouro.
E o bobo alegre que aprovou e pagou pela campanha, acha que fez a coisa certa de novo.
Reis nus. Que se sentem vestidos com o melhor da tecnologia e design da indústria textil. E eu, daqui do alto da minha inocência, só
vejo que eles têm pênis pequenos.
Não é à toa que ele está tão preocupado com a crise de liquidez que todos vamos enfrentar nos próximos tempos. Ele sabe que o dinheiro, quanto mais valioso e raro fica, melhor tem que ser aplicado. E, com menos dinheiro, é a inteligência o que a propaganda vai voltar a exigir. Quanto mais economizarmos, compensados por uma mensagem forte e memorável, mais eficientes seremos para os nossos clientes. Ninguém lembra de um amigo medíocre que fala pouco, alguns até se recordam de um amigo chato que fala muito, mas todos sentem saudades do amigo genial que falava coisas legais. Ou seja: o modelo de negócio dele desmoronou. A festa acabou para quem não passava de vendedor de um montão de espaço na mídia e começou para quem tem o Que e o Como dizer nesse espaço, que será inevitavelmente menor. E isso ele não sabe fazer.
Isso foi o que suscitou o nosso duelo na última quinta feira.
Ao contrário do que ele ainda tentou fazer alguns crerem, eu não estava discutindo sobre o ofício da criação ou sobre ‘leões em Cannes’. Ao contrário do que ele fingiu que estava acontecendo, a nossa discussão não era sobre a criatividadezinha e os sonhos dos seus pequenos criadores. Nós discutíamos sim era sobre uma questão que, apesar de tudo, ele mesmo ainda tem senso crítico suficiente para entender, mesmo que intimamente isso seja altamente doloroso, já que foi o que um dia ele mesmo já tanto defendera. Nós estávamos discutindo caráter. Porque, ao contrário dos que não oferecem o melhor para os seus clientes por falta de recursos, talento, ferramental, essa mediocrização a que ele está submetendo as agencias controladas por ele é um esforço premeditado para esvaziar toda e qualquer possibilidade de que o discurso dos que fazem melhor, com mais interesse, mais cuidado, mais compromisso e mais responsabilidade se reestabeleça. O trabalho que as agencias do Nizan faz, a maneira como ele trata seus funcionários, as propostas comerciais indecorosas que elas oferecem aos seus clientes, não seriam um problema tão grande se não fosse o fato, como eu já disse, de que o discurso que o embasa é avassaladoramente mais potente que o que nós e outros poucos como nós, conseguimos rebater daqui.
Quando alguém vende a alma ao demônio isso deixa de ser um problema exclusivamente dele quando esse alguém vai à Caras, à Exame e à Veja para convencer a todos de que vender a alma é o certo. E o que aconteceu de bom no final de tudo isso? Na minha opinião, várias coisas. A primeira é que muitos agora viram que o que ele diz não é uma verdade. É uma opinião viciada, interesseira e oportunista. E não é a opinião do resto do mercado.
Segundo, é que outros que pensam como nós entenderam que ele pode e deve ser confrontado. Terceiro, é que se definiram claramente os discursos e as práticas no dia a dia. Agora, já pode-se começar a entender que mediocridade e mesmice são apenas uma opção e, tanto são uma opção, que têm um lugar (ou um grupo) certo onde podem ser solicitadas.
Mas existem sim outras opções e nós estamos na ponta entre as agencias de propaganda latu-sensu que oferecem essa opção. Quarto, é que sempre é bom ver os que se fazem de bonzinhos e corretos finalmente mostrando as suas garras e suas verdadeiras
motivações. Naquele mesmo dia à tarde o Nizan me telefonou aqui na agencia. Como eu não o atendi, deixou, literalmente, o seguinte recado com a Sueli: ‘Diga ao Fábio que ele é viado, frouxo, que ele me bate em público mas se ele for homem que telefone para mim!’
Disse também, mais tarde, em um jantar com pessoas que me conhecem que ‘Eu só não bati em Fábio Fernandes porque ele estava maquiado - e eu não bato em homem maquiado’. Para os que não entenderam o enigma (como eu, que fui perguntar a uma pessoa que o conhece) ele acha que eu… passo lápis nos olhos. Sim, acreditem. Alguém, inclusive, já o ouviu relatando que alguém lhe contou que uma certa vez, sob a chuva, o lápis dos meus olhos borrou e eu corri para colocar os óculos escuros…. :-))))) Inacreditável, mas é a mais pura verdade. Foi a esse ponto que esse sujeito chegou.
Por isso mesmo eu resolvi escrever a todos vocês sobre isso. Porque o que eu tenho a dizer sobre ele é bem pior do que seria se ele apenas usasse lápis para ressaltar os seus lindos olhos. O que eu tenho a dizer sobre ele é claro, verdadeiro, profundo e cabal.
Fico feliz de não me maquiar, mas não teria problema nenhum em admití-lo se, ainda que absurdo, isso fosse verdade. O duro para ele deve ser ouvir o que eu penso - e que a cada dia mais gente vem me dizer que foi bom eu dizê-lo porque é o que quase todo mundo pensa - e, mesmo sendo a mais aguda verdade, não poder admiti-lo. Porque é revelador, comprometedor e devastador.
O rei está nu. E eu sei que ele não é de nada.
Fabio Fernandes
F/NAZCA SAATCHI & SAATCHI
Agency of The Year 1999, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007
Redes sociais: muita audiência pra nada?
Há alguns anos as redes sociais eram apenas um plano na cabeça de estudantes universitários. Hoje, mesmo com toda a popularidade e cada vez crescendo mais o público das redes, os anunciantes ainda enxergam nelas um terreno desconhecido e pouco confiável para suas marcas. Uma série de dúvidas paira no ar: Que possibilidades oferecem? Onde está sua principal oportunidade.
A idéia básica das redes é consumir conteúdo, compartilhar informação e expressar-se. As principais redes do mundo virtual hoje são LinkdIn, MySpace, Facebook, Sonico, Match, Fotolog e Youtube. Cada uma com sua característica. LinkdIn foi concebida inicialmente para fazer contatos comerciais e busca de trabalho. My Space está voltada para o entretenimento, através da música. Facebook tem algumas particularidades, entre elas a capacidade de se conectar com pessoas de diferentes âmbitos, trabalho, colégio, universidade, grupo de amigos e a possibilidade de gerar redes dentro da mesma rede. Sonico é similar ao Orkut na Argentina e cresceu rápido na América Latina. Essas duas têm uma forma mais simples de contactar-se com as pessoas e com as marcas.
Enquanto a Match nasceu para formar casais, Fotolog e Youtube estão abertamente dedicadas a imagem (a primeira no campo das fotos e a segunda com o vídeo). Também o Hi5 que é propriedade de Google tem um alcance de 80% no Brasil. Até agora sem muitas novidades para as pessoas mais ou menos curiosas da web. E também os anunciantes e agências estão nesse grupo. Para esse grupo, as respostas vão surgindo aos poucos conforme vão navegando.
Uma audiência que cresce.
Calcula-se que cada usuário de rede tem em média de 70 a 100 contatos no mundo digital. Esses números indicam uma realidade: a capacidade de propagação das idéias é muito maior na web que no plano real. E as marcas devem saber aproveitar o efeito viral que possibilitam as redes sociais.
A principal oportunidade desta ferramenta digital é a alta capacidade de segmentação que logo incluirá - além das normais – interessantes variações de comportamento do usuário.O fato é que a popularidade das redes sociais não cresce somente entre usuários comuns, mas entre os anunciantes.
A cada dez planos de mídia pedidos pelos clientes da GlobalMind (*) cinco exigem que se faça alguma ação voltada para as redes sociais.
Somado a isso o Facebook cresceu na América Latina também, depois que a sua versão em espanhol foi lançada. As redes sociais estão experimentando um aumento da penetração em diferentes camadas sociais e um aumento no tempo de navegação de cada usuário. E se a audiência cresce e cada vez passa mais tempo em determinado lugar, as marcas vão cada vez mais, querer estar ali.
Cada caso é um caso
No que se refere à remuneração nos meios digitais, a receita não é uma só.
As primeiras campanhas em redes sociais registravam baixa taxa de cliques. Mas a taxa de clique será mais ou menos importante de acordo com a marca ou o produto. Algumas marcas podem dar-se por satisfeitas somente em estar marcando presença numa rede social, como parte de sua estratégia de “branding”. Outras precisaram de uma resposta mais “medível” como um produto de varejo, por exemplo. O fato é que os baixos cliques geravam, e ainda geram, desconfiança nos anunciantes. Assim nasceu a compra por clique, ou seja o valor da publicidade é dado de acordo com a quantidade de cliques que a marca ou produto receba. Outra coisa que aumentou os cliques foram os anúncios com formatos mais livres, que sai dos padrões dos banners verticais e horizontais e se espalham pela página de forma mais criativa.
Os riscos e a importância de atuar rápido
Uma das vantagens das redes sociais permite o desenvolvimento de ações não tradicionais. Nesse sentido é importante ter em mente que mais que adaptar uma campanha o meio requer uma ação pensada exclusivamente para ele. E quanto aos perigos eles existem - se na comunicação convencional existe, na online mais ainda. Mas em compensação, os valores investidos são bem menores. Uma coisa que se fala cada vez mais é do poder do consumidor na web. Os blogs, nesse sentido, tem sido até agora uma das principais ferramentas disponíveis para arranhar ou atacar a imagem de uma marca. E está claro que as redes sociais também poderão fazê-lo. Para esses casos, o confrontamento não é a melhor forma de minimizar o impacto e sim o segredo está em aprender a “conter” os usuários. Concluindo, no que se refere a ação das marcas nas redes sociais, por mais tímida que seja é mais importante do que ficar quieto. Não existe uma formula de sucesso; cada marca e produto tem um lugar nas redes sociais. E devem ter em mente que se elas não ocupam, alguém o fará.
Fonte:
Adlatina.com. Matias Rossi, gerente de Serviços Integrados da Globalmind. A GlobalMind é agência de propaganda interativa com sede na Argentina.
Tomio Kikuchi chega a Salvador para série de palestras
Introdutor da macrobiótica no Brasil chega amanhã a Salvador, onde vai falar sobre auto-educação vitalícia, ecologia interna e outros temas, na quinta,16, e sexta, 17.
Introdutor no Brasil da alimentação integral como forma de cura, Tomio Kikuchi, 82 anos, chega a Salvador amanhã, dia 15, para série de palestras gratuitas. Autor de “Autocontrole Terapia” e uma dezena de livros sobre macrobiótica e alimentação integral, Kikuchi vai falar sobre Auto-Educação Vitalícia – Treinamento Fortalecedor da Personalidade, em palestra na Reitoria da UFBA, no dia 16, às 9h30. No mesmo dia, faz nova palestra no auditório do Irdeb, às 15h, sobre “Comunicação Alavancadora”; e outra na Associação Bahiana de Medicina, ABM, às 20h, sobre “Problema é antes e depois da solução”. No dia 17, no auditório da Petrobras, às 9h30, Kikuchi fala sobre “Ecologia Interna e Ecologia Externa”, e às 15h, na sede dos Correios (Pituba), sobre “Alimentação Psicossomática ou Alimentação Patológica?” A programação inclui atendimentos terapêuticos e vivência intensiva no “Oásis de Luz”, em Buraquinho, nos dias 18 e 19. No Oásis (http://oasisdeluz.org),Tomio Kikuchi e equipe vão orientar desde o preparo de alimentos a técnicas de Taichi, ritmoprática, moxabustão e outras.
Tomio Kikuchi nasceu no interior do Japão em 1926. Lutou na Segunda Guerra e ainda jovem foi estudar em Tóquio, onde conviveu com médicos e cientistas. Entre 1948 e 1953, trabalhou com George Oshawa, considerado o “pai da macrô”, de quem recebeu estímulo para se dedicar à chamada medicina “transformal”. Kikuchi deu continuidade coerente às idéias de Oshawa, e assim vem acrescentando conhecimentos à doutrina original - prefere chamá-la de “macromicrobiótica”, incluindo a magnitude que faltava. Para ele, precisamos de uma alimentação psicossomática. “A gastronômica não vai funcionar.” Aos 82 anos, Kikuchi coordena o Satori, misto de restaurante e consultório, na Liberdade, em São Paulo. Pelo seu consultório passaram políticos e artistas como Gilberto Gil, Fernando Gabeira, Vitor Buaiz, Cassia Kiss, Carlos Renó e até médicos conceituados como Aristodemo Pinotti entre outros. Para mais informações 71-3240-6792 ou envie e-mail para rgergelim@hotmail.com.
Macrobiótica: da bomba atômica ao arroz integral
Depois da explosão da bomba atômica, em Hiroshima, das pessoas contaminadas pela radiação, somente as que seguiam a macrobiótica não morreram. O fato chamou a atenção do Vaticano que classificou de milagre divino. Não havia milagre algum. Pacientes do hospital católico de Hiroshima, todos sobreviventes, eram tratados com alimentação macrobiótica, introduzida na dieta pelo então diretor geral - curado de enfermidade tida como incurável pela medicina convencional.
Mas o que afinal é a macrobiótica? Sistema de cura baseado na alimentação, a macrobiótica foi sintetizada por George Ohsawa (1893-1966) a partir de conhecimentos Indo-sino-japonês de seis mil anos. A medicina macrobiótica pode ser extremamente simples, aplicada em qualquer tempo, em qualquer estágio da vida e sob qualquer circunstância. É mais educativa que curativa e depende inteiramente da compreensão e da vontade da pessoa. Ohsawa desaconselha radicalmente açúcar e doces, incluindo o mel. A dieta macrobiótica é baseada nos cereais, verduras e legumes cozidos. O arroz integral é o principal. “Somos alimentos transformados. Transformamos nossa alimentação em sangue (clorofila em hemoglobina)”, ensina Ohsawa. Da qualidade da alimentação depende a qualidade do sangue. Com uma dieta baseada em cereais, o processo de desintoxicação do sangue se realiza em dez dias, à medida em que o sangue é renovado 1/10 todos os dias. “Este é o segredo do rejuvenescimento e da longevidade”, diz o professor George Ohsawa.
Aos 38 anos, Ohsawa publica, em 1931, seu primeiro livro ”O Princípio Único” após anos de pesquisas no Japão e na França. Em Paris, estuda história e filosofia européia na Sorbonne; e no Instituto Pasteur, biologia, fisiologia, patologia e química. Dez anos depois, de volta ao Japão, faz protestos contra a entrada do seu país na Segunda Guerra. Se isso acontecesse, teria derrota total. Após tal declaração pública, é preso. Mesmo num calabouço à temperatura de menos dez graus, Ohsawa continua a aprofundar sua prática dialética do Yin e Yang. Sobrevive às torturas. Introduz o Yin e Yang no estudo dos mecanismos fisiológicos, sobretudo nas reações dos sistemas neuro-vegetativo, orto e parassimpático que comandam a dilatação e constrição do corpo, fenômenos em relação direta com a natureza Yin e Yang dos alimentos ingeridos.
Nas suas pesquisas, ela passa a concordar com Claude Bernard, pai da medicina experimental. “O micróbio nada significa, o que importa é o terreno”. Ao se criar um terreno propício aos micróbios (virus, bactérias etc) estes respondem espontaneamente ao convite - Yinização. Mudando-se a natureza dos alimentos ingeridos, ocorre o inverso: os micróbios são repelidos - Yanguização, anota o Ohsawa. Para ele, viver despojadamente na alimentação constitui a mensagem chave das grandes religiões da humanidade. ”Não existe terapêutica ou remédio, porque a própria natureza, mãe de toda a vida no universo, é a grande e maior curadora. A cura macrobiótica, portanto, é infinitamente simples. Consiste em suspender a violação da ordem e permitir que natureza execute seu trabalho”.
Os conceitos de Ohsawa passaram por novas leituras. O professor Tomio Kikuchi, introdutor no Brasil da macrobiótica, avançou nas pesquisas chegando a ampliar o sistema da autoeducação vitalícia ou micromacrobiótica. Em suas palestras em Salvador nos próximos dias 16, 17, 18 e 19, Kikuchi vai tratar de vários aspectos filosóficos do sistema alimentar, onde estilo de vida simples, não consumista e sem arrogância, pode ser o caminho da harmonia e da cura.
Tomio Kikuchi faz palestras na Reitoria da UFBA (dia 16, 9h); Irdeb (dia 16, 15h), Associação Bahiana de Medicina (dia 16, 20h); na Petrobras (dia 17, 9h) e nos Correios (dia 17, 15h). Nos dias 18 e 19, participa de várias atividades no Oásis de Luz, em Buraquinho. Para mais informações: rgergelim@hotmail.com ou 3240-6792.
Algas marinhas: um oceano de benefícios
Entre tantos benefícios, as algas funcionam como antibiótico natural e previne tumores.
As algas enriquecem as saladas de verão, os pratos de inverno e podem ser servidas em conservas ou combinadas com grãos, feijões e outros vegetais. Elas são ricas em minerais importantes escassos em uma alimentação convencional moderna à base de produtos desvitalizados - devido à desmineralização dos solos e os processos de industrialização. Ricas em minerais e micro-nutrientes, vitaminas, proteínas e uma variedade de elementos-traço que suprem nossas necessidades diárias, as algas são vegetais marinhos de inestimável valor nutricional e praticamente sem calorias ou gorduras.
Todos os minerais necessários ao metabolismo humano , incluindo cálcio, sódio, magnésio, potássio, iodo, fero e zinco estão presentes nas algas. Contém também vitamina A( na forma de betacaroteno), B1,B2, B6, B12, niacina, vitamina C, ácido pantotênico e ácido fólico.
Grande fonte de iodo.
As algas são especialmente boas para o bom funcionamento do sistema nervoso, do sistema endócrino(das glândulas em geral), da vitalidade da pele e dos cabelos. Ajuda na tolerância ao estresse, reduz o colesterol, reduz a arteriosclerose e a hipertensão arterial.
Funciona também como antibiótico natural e previne tumores.
O professor Arasaki da Tokio University, que passou toda sua vida estudando as algas, afirma que “as algas contém mais minerais que qualquer outro tipo de alimento.” Eliminam as toxinas do organismo e protegem contra a poluição ambiental. Contribue para evitar a osteoporose e a fragilidade das articulações e tendões.
Dr. Tanaka pesquisador da MacGill University no Canadá provou que o ácido algínico, presente nas algas marinhas, realmente se agregam aos minerais pesados tóxicos no organismo, tais como chumbo, alumínio e mercúrio, nos intestinos, evitando que sejam absorvidos pelo nosso corpo. Descobriu também que o ácido algínico pode ajudar a eliminar elementos tóxicos já presentes nos nossos órgãos e tecidos.
A seguir, algumas propriedades e características de algas mais comuns no mercado:
Alga Hijiki: Muito rica em minerais, principalmente iodo, cálcio e ferro. Abundante em proteínas e virtaminas essenciais. Esta alga equilibra o aumento de açúcar no sangue, fortalece e evita a queda de cabelo e promove uma pele saudável e macia. É utilizada em molhos, sopas, pratos de massa e saladas. Deve ser deixada de molho em água por 10 minutos antes de ser utilizada. Seu formato é de pequenos fusos filiformes de coloração violeta quase negra.
Alga Agar-Agar ou Kanten: Sabor suave e sem calorias. Pode ser utilizada como ingrediente em sobremesas e musses. Além de leve e refrescante, tem a propriedade de eliminar gorduras acumuladas nos tecidos. Os naturalistas costumam preparar gelatinas coloridas para as crianças com agar-agar, que são mais nutritivas e saudáveis que as gelatinas industriais. Ótima sobremesa para pessoas idosas ou convalescentes. É encontrada em barras translúcidas ou em pó de cor branca.
Alga Kombu: Quando desidratada (em geral as algas são vendidas secas e depois reidratadas), nota-se em sua superfície uma poeira branca que são sais glutâmicos naturais, de importante valor nutricional. Essa “poeira” não precisa ser lavada. A alga kombu é grande fonte de vitaminas e minerais essenciais, incluindo cálcio, iodo, ferro e vitaminas A,B1, B2, B6 e B12, C e niacina. Contribui para a redução de colesterol ruim e alivia a retenção de líquidos no organismo. Pode ser usada em caldos, sopas, refogados de vegetais, cozidos, combinada com leguminosas, etc. Tem formato de lâminas longas de até 2 cm de largura de cor verde escura, quando secas aparentam cor quase negra. Sabor e aroma forte de mar.
Alga Nori: Muito rica em cálcio, proteínas, vitaminas A, B e C. É uma das mais conhecidas mundialmente devido ao seu sabor delicado e ao sucesso dos sushis , rolinhos de arroz com recheios diversos cobertos de alga nori. É encontrada em formato de folhas finas compostas das lâminas da alga nori prensadas de cor acobreada, às vezes violácea, a depender da variedade e do processo de secagem.
Alga Wakame: As algas em geral não precisam de longo cozimento. Esta variedade é rica em proteínas, ferro e magnésio. Utilizada em sopas e saladas, ou cozidas com vegetais. Suas lâminas chegam a medir mais de 5 metros quando submersas e chegam a formar verdadeiras colônias subaquáticas. Tonalidade esverdeada semelhante à kombu, porém suas lâminas são mais pregueadas nas bordas e mais delgadas que as da alga kombu( conhecida também como alga grossa). Tem um sabor menos acentuado e é mais macia.
DICAS DE APLICAÇÃO CULINÁRIA E TERAPÊUTICA
1.CALDO DE MISSO COM ALGA
Sopa clássica com os seguintes ingredientes.
30 g de Wakame ( deixadas de molho e cortadas em pequenos pedaços)
3 xícaras de água
1 cebola pequena ou cebolinha cortada fininha
1 xícara de pequenos cubos de cenoura ou abóbora
1 colher de sopa de misso(pasta de soja fermentada com sal) artesanal
Guarnição : Cubos de pão integral torrados( croûtons)
Preparo:
Ferver a água adicionar a cebola cozinhar por 2 minutos. Adicionar a cenoura ou abóbora, a alga Wakame, e deixar ferver em fogo brando por 10 minutos. Dissolver o misso em um pouco do caldo da sopa, reduzir o fogo ao mínimo, adicionar o misso diluído e ferver mais 2 minutos. Servir com os croûtons ou acompanhado de torradas leves.
2. PÓ DE ALGAS MARINHAS
Para ser adicionado em qualquer preparo como fonte adicional de minerais e nutrientes contribuindo para evitar a osteosporose e a deterioração das articulações. Contribui também para revitalização das células cerebrais, os neurônios, e o fortalecimento do sistema nervoso. Pode ser ministrado na forma de até 1 colher de chá por dia para organismos adultos e ½ colher de chá para crianças.
Preparo:
Pode ser utilizada uma única variedade de alga ou um mix de algas.
Tostar as algas cortadas numa frigideira(ou forno) até ficarem quebradiças.
Pulverizar e armazenar num frasco bem fechado para evitar a umidade.
Obs: As informações e sugestões terapêuticas apresentadas no texto NÃO substituem a orientação de um profissional de saúde.
Pesquisa, adaptação e tradução do inglês: Ernani Franklin
Fonte: Prospecto informativo de Clearspring Ltd. – London - 1993