Tuesday, September 7, 2010

Archive for setembro, 2008

Assessor especial do governador é macrô(quase)radical

Posted by admin On setembro - 29 - 2008

Para ex-deputado Emiliano José (PT-BA) macrobiótica o libertou da ditadura da alopatia 

Entre os tantos casos de pessoas “enfim livres” da ditadura dos remédios, o ex-deputado Emiliano José (PT-BA), assessor especial do governador Jaques Wagner, tem história exemplar. Há cerca de um ano, Emiliano era 10 quilos mais gordo, ansioso, hipertenso, quadro de diabete, rabugento e às voltas com uma dezena de remédios de tarjas distintas - cada um para aliviar os efeitos nocivos do outro. Insônia, dor de cabeça e dois celulares simultâneos. Vida infernal. Enfim, pediu socorro. Um amigo, com histórico semelhante, o convenceu a tentar a macrobiótica. Um ano depois, Emiliano José se livrava da hipertensão, suspendia todos os medicamentos e perdia a gordura de sobra. Algo em torno de 10 quilos. Foi o suficiente para deixar as pessoas preocupadas com sua saúde. “Como você está magro! É o que ouço por todo canto, como se estivesse enfrentando algum problema”, relata. Neste momento, está discutindo se volta a tomar o remédio para diabetes. “Não voltei a tomar ainda. Estou tentando caminhos naturais de enfrentamento, o que não parece fácil”, observa. Hipertensão, não mais. Foi o médico amigo, grande cardiologista, Antônio Nery, que o examinou, fez teste de esforço e garantiu: “Você não é mais hipertenso”. Ele já havia eliminado o remédio para hipertensão, independentemente do diagnóstico, atendendo orientação de Walter Hanashiro, terapeuta também seguidor de George Ohsawa. “Depois de dez dias de alimentação macrobiótica, suspendi todos os medicamentos” diz Emiliano. A decisão foi comunicada à sua médica clínica Mônica Oliveira, homeopata. “Quando disse a ela o que havia feito, a bem da verdade, ela não se assustou. Gostou de minha ousadia”.  A médica pediu exames, que vieram excelentes.

Emiliano não se considera radical. Não despreza um vinho e quando não tem alternativa, come peixe.  Carne vermelha ou de frango, nem pensar. Pão, não mais. Eliminou farinha, açúcar e sal. “E inegavelmente estou me dando muito bem. Não sinto tentação para a volta, até porque quando houve desvios o organismo reagiu, gritou”, registra.  Mas essa atitude de mudança alimentar não é fácil. Sobretudo para quem, como ele, tem de viajar muito. Pelo interior, as opções não são muitas. “Vou tocando, no entanto. Dando meu jeito. Não eliminei café pela manhã, nem sei se vou fazê-lo, e ainda como frutas”. Afinal, a perfeição sempre será uma meta.

Irdeb apóia palestras de Tomio Kikuchi em Salvador

Posted by admin On setembro - 26 - 2008

O Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia, Irdeb, acaba de garantir apoio aos encontros com Tomio Kikuchi, em Salvador. O introdutor da  alimentação autovitalícia - macrobiótica - no Brasil vai fazer palestra no auditório do Irdeb no dia 16, a partir das 15h. As emissoras administradas pelo órgão do governo do Estado (Rádio Educadora e TV Educativa) vão dar ampla cobertura ao encontro. O apoio foi garantido pelo diretor do Instituto, o cineasta Pola Ribeiro. As palestras de Kikuchi são gratuitas e abertas ao público.  Além do Irdeb, o professor vai fazer palestras na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (dia 16, às 9h30), no auditório da Petrobras (dia 17, às 9h30, para funcionários e convidados) e na sede dos Correios (dia 17, às 15h, para funcionários e público geral).  Autor de Autoeducação Vitalícia e mais de uma dezena de livros sobre alimentação saudável, Tomio Kikuchi vai coordenar série de atividades no Oásis de Luz, em Buraquinho, nos dias 18 e 19. Para mais informações rgergelim@hotmail.com.

Projeto Fuga erra na primeira viagem

Posted by admin On setembro - 18 - 2008

Fuga do lugar-comum. Fuga da apatia. Fuga da segurança, fuga da insegurança.  Fuga pro espaço, pra outra margem, pra quinta dimensão. Que é música, fuga, sonata. Fuga do asfalto, do prédio alto, fuga da canseira, da ansiedade rasteira. Fuga não é medo. Fuga é coragem de perseguir.

Esta é a base do Projeto Fuga, blog desenvolvido por quatro viajeiros que buscam olhar a Bahia por ângulos menos caretas. Fábio, Ricardo, Henrique e Thácio mexem com informática, fotografia, cinema e jornalismo. A primeira viagem deu errado. Em vez da estrada para Paulo Afonso, o grupo se perdeu na rota e acabou em Canudos. Poeira, seca e cercas separam terra de terra. Vegetação rasteira. O sol como personagem principal. A sombra, como coadjuvante. Um velho com histórias de vida e morte num boteco de mesa sem toalha e moscas na carne de sol. No alto do sertão, água fria no meio do nada. Banho onde antes havia a velha Canudos de Antonio Conselheiro. Espectros alagados pela água da represa de Paulo Afonso. O Projeto Fuga quer mergulhar onde falta oxigênio e voar onde sobra. Que a próxima viagem seja tão “errada” quanto a primeira.

O Fuga é mais um projeto ancorado pela Navii - Informação Inteligente.  

www.projetofuga.com 

Cozinha revitalizante: da ameixa salgada ao chá amargo

Posted by admin On setembro - 16 - 2008

A cozinha revitalizante é eficiente porque simples. O desânimo pode ser superado com apenas algumas ameixas. Tosse, gripe, secreção no peito podem ser eliminadas com um simples chá.  Os efeitos da radiação - inimigo presente na sociedade da informação - podem ser neutralizados com uma pastinha de soja.  Também para desintoxicar, basta um tubérculo pouco considerado na escala dos tubérculos, mas de poderes especiais - há relatos do inhame proteger até da dengue. A seguir, veja alguns produtos dessa cozinha  especialmente utilizada por naturalistas e aqueles que seguem o conceito macróbio.

AMEIXA UMEBOSHI: ameixa de origem japonesa conservada em sal por um bom tempo. Estimula o apetite, a digestão e alcaliniza o sangue. É rica em ácido cítrico, porém este fica alcalinizado pelo sal. Recomendada em casos de gripe, cansaço físico, resfriado. Usa-se também contra enjôo e náusea. Promove a eliminação de toxinas do corpo, podendo ser utilizada como tratamento ou como preventivo. Atenção: deixar de molho em água para tirar o excesso de sal da conserva, no caso de usá-la pura. Costuma-se fazer um preparado de mingau de araruta com umeboshi que é muito bom contra resfriados. Sugere-se deixar o caroço da ameixa na boca para promover a ensalivação.

INHAME: alimento depurativo do organismo, útil no processo de desintoxicação. Sua utilidade é notável como cataplasma para expelir toxinas da pele e extrair tumores, furúnculos,etc.. Aplica-se emplastro de inhame cru ralado associado com um pouco de farinha de trigo e/ou gengibre na forma de uma massa sobre a região afetada. Enfaixar o local e deixar secar o emplastro. Renovar o emplastro à medida que for extraindo o tumor . Por ser de fácil mastigação é muito útil para idosos, convalescentes e crianças, podendo ser usado na forma de sopa, creme, cuscuz, farofa, bolinho, inhoque, ou simplesmente cozido em pedaços. Pesquisas comprovam a eficácia do inhame no período pré e durante a menopausa por ser rico em fitoestrogênio - estrogênio de origem vegetal. 

BARDANA: considerada uma das raízes nobres da alimentação e fitoterapia. Ação depurativa do sangue com capacidade de neutralizar venenos(picadas de insetos, aranha,etc.).Cicatrizante de feridas e ulcerações da pele(efeito antibiótico). Propriedades diuréticas, ajuda em processos reumáticos e na eliminação de ácido úrico.Aumenta a secreção biliar e auxilia no tratamento de diabéticos(efeito hipogliceminate). Come-se cozida como cenoura, refogada com outras raizes ou em sopas. Pode ser usado no tratamento de doenças venéreas.

RAÍZ DE LÓTUS: outra raiz excelente na fitoterapia. Ação em problemas respiratórios e afecções do sistema pulmonar.Útil em casos de pneumonia e tuberculose.  Usa-se na forma  de chá. Pode ser encontrada seca ou fresca. Também pode ser comida cozida com outros vegetais.

MISSÔ( MASSA DE SOJA FERMENTADA): grãos de soja cozidos são triturados inoculados com aspergilus orizae (fungo cultivado no arroz cozido) e misturados com sal. Esta mistura é deixada fermentar em tonéis de madeira, variando de três a 24 meses de maturação. É rico em aminoácidos, enzimas e vitamina B12. Contribui para melhorar a flora intestinal, purifica o sangue e fortalece o sistema hepático e digestivo. Contra poluição ambiental, ajuda a limpar os pulmões e eliminar metais pesados do organismo. Ajuda a reduzir o colesterol, alcaliniza o sangue, tem efeito anti-cancerígeno, neutraliza os radicais livres.
O efeito mais notável do missô é no combate aos efeitos da radioatividade no organismo e isto foi comprovado quando da explosão da bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki.
Toma-se o caldo simples de missô dissolvido em água quente ou adicionado a qualquer sopa ou prato de vegetais cozidos como condimento. Recomenda-se colocar o missô no final do cozimento. Prepara-se um ótimo patê com tofu, missô, cebolinha ou alho, que pode ser substituto da manteiga para pessoas intolerantes aos lacticínios. No Oriente se produzem vários tipos de missô( com cevada, grão de bico, variedades de soja, etc.) e com sabores distintos.

Obs: As sugestões e técnicas apresentadas NÃO devem ser usadas como substituto ao atendimento profissional da área de saúde ou terapeuta especializado.

A alimentação equilibrada está na base da boa saúde.  O conceito da autorevitalização (macrobiótica), no entanto, não se encerra na alimentação. É um mito achar isso. A atividade física é essencial. Comer arroz integral e legumes jamais será suficiente para o equilíbrio fundamental.  O verdadeiro praticante da macrobiótica exercita o corpo diariamente. Autorevitalização e sedentarismo não se combinam.  “A atividade física é tão ou mais importante que a própria alimentação”, insiste o professor Kikuchi,  ele próprio sensei de Aikidô, arte marcial japonesa. Outro mito é achar que a pessoa adepta da macrobiótica é “fraquinha”. O exemplo de Kikuchi desmonta o preconceito. Durante quatro dias em Salvador, Tomio Kikuchi vai fazer palestras em quatro lugares distintos - Reitoria da UFBA (dia 16 de outubro), Associação de Medicina da Bahia(dia 16), Sesc/Senac e Petrobras (dia 17). Além disso vai atender a pacientes e participar intensamente de atividades no Oásis de Luz, em Buraquinho, nos dias 18 e 19.  Em Salvador, cada palestra deve durar pouco mais de duas horas. Em São Paulo, nas famosas palestras da Escola Musso, Kikuchi costuma falar quatro horas sem parar. E em pé. E sem beber água. E sem perder o pique.  Isso depois de viajar ceca de duas horas do centro da cidade de São Paulo até o município de Mairoporã, onde fica a escola, dirigindo o próprio carro.  Estamos falando de alguém com 82 anos. Quantas pessoas de 82 anos você conhece com essa vitalidade?  Não muitas. O segredo disso não é apenas alimentar. É também alimentar.

Cubestat revela quem é visto no mundo dos blogs de Salvador

Posted by admin On setembro - 11 - 2008

O mais novo blog de comunicação de Salvador, o www.navii.com.br/blog  tem média de 50 acessos diários. Na avaliação dos blogs em todo mundo (www.cubestat.com) o domínio valeria algo em torno de 109 dólares. Para um blog com menos de um mês e foco na área de cultura e comportamento, está bem posicionado. Mas demonstra que cultura e comportamento por aqui não dão lá muita visibilidade.  O blog de jornalistas, o falandonalata.com, tem desempenho menos tímido: 386 acessos por dia, com cotação estimada em 845,34 dólares.

Na linha dos blogs de política, o de Raul Monteiro, o Política Livre, tem 1.201 acessos por dia. O domínio vale, teoricamente, 2.630 dólares, segundo o ranking do Cubestat. O BahiaJá, de Tasso Franco, tem 1.048 acessos por dia, com valor estimado em US$2.295,12. O mais antigo dos blogs de política sediados em Salvador, o de Samuel Celestino (Bahia Notícias) valeria US$7.940,94 com 3.626 acessos diários. Logo atrás do Bahia Notícias e amparado pela Metrópole FM, o blog de Mário Kertész valeria US$7.923,42, com média de 3.618 acessos diários.

Na linha dos sites, o do Jornal A Tarde vale cerca de 215 mil dólares, com 98 mil acessos por dia, segundo o Cubestat. Para efeito de comparação, o site do jornal Folha de S. Paulo vale 37,8 milhões de dólares - com 17,3 milhões de acessos (pagerview) por dia.

Tomio Kikuchi: Tecnologia infernal

Posted by admin On setembro - 8 - 2008

Como os rios e florestas, nosso sangue e nossa fauna interna estão sendo devastados(Tomio Kikuchi).

Ao revelar para os homens o segredo do fogo, Prometeu permitiu que se tornassem tão poderosos quanto os deuses. Então, para torná-los novamente submissos e humildes, Zeus envia Pandora, mulher mais bela e encantadora, com o coração cheio de artimanhas, imprudência e astúcia. Na despedida, Zeus entrega-lhe uma caixa bem fechada, contendo todos os males que pudessem infernizar a humanidade, advertindo que não deveria ser aberta. Pandora, no entanto, curiosa e imprudente abriu-a; desde então todos os males que fazem os seres humanos sofrer até hoje saíram de dentro daquela caixa. Desta história da Mitologia Grega ficou a expressão “Caixa de Pandora”, utilizada para se dizer que alguma coisa aparentemente inocente ou bela pode provocar grandes catástrofes. Como a bela, encantadora e perigosa Pandora, a tecnologia também exerce fascínio sobre os homens, ao prometer ampliar ilimitadamente tempo e espaço, para resolver todos os problemas de doença, miséria e violência.

Mera ilusão!

Aparentemente ela está resolvendo mas, ocultamente, a situação mundial está piorando cada vez mais. A cada avanço tecnológico de nossa era, aumenta a destruição ecológica interna e externamente. Como os rios e florestas do planeta Terra, o nosso sangue e a nossa fauna/flora intestinal estão sendo insensivelmente devastados e poluídos.

Tudo é útil para quem sabe utilizar. A função original da tecnologia é ampliar a capacidade de solucionar problemas. Entretanto, o ser humano está perdendo a sensibilidade instintiva para perceber os limites de utilização dessa poderosa alavanca e, conseqüentemente, inutilizando, degenerando a própria alavanca-viva que é. A potência tecnológica, externa, mecânica, dependente, custosa é complementar. A potência instintiva, interna, orgânica, gratuita é que é a parte principal de nossa existência psicossomática. Não se deve inverter esse relacionamento alavancador.

No meio do presente dilúvio tecnológico infernal, que ameaça afogar a humanidade, precisamos encontrar uma solução estratégica para sobrevivermos individual e solidariamente. Para enfrentar as calamidades que já estão transbordando da “Caixa de Pandora Tecnológica”, precisamos encontrar uma “Arca de Noé Instintiva”. 

Mais informações http://vivalavanca.blogspot.com/

Ohsawa: Auto-gestão da saúde não é pra todo mundo

Posted by admin On setembro - 6 - 2008

Um dos exemplares sobreviventes da prática da macrô dos anos 70, Ernani Franklin amplia o debate. Veja abaixo.

“Não vejo nenhum problema em esclarecer. Acho bom que esta lebre tenha sido levantada pois a desinformação a respeito é demais. Não somente mas principalmente pelos que frequentam e adotam(ou tentam adotar) os princípios da “macromicrobiótica”.
Na verdade, aproveitando a provocação do professor Kikuchi, o que se pratica mesmo por aí é a “macroidiótica”. E ele não se engana na sua análise crítica. Em geral as pessoas seguem modismos ou adotam estilos sem buscar as origens, as raízes dos processos.
Dessa vez quem pisou na bola foi Augusto ao colocar o Lula( o de cá) como “pai” da macrobiótica na Bahia. Infelizmente precisamos esclarecer novamente.
A verdade nos libertará!!  
Quando Luiz Cunha resolveu comer arroz integral e ler o bendito(ou mal interpretado) Macrobiótica Zen, já havia na Bahia a AMBA - Associação Macrobiótica da Bahia, tocada por alguns iniciantes e voluntários da nova mensagem do Mestre Ohsawa(este sim bastante polêmico e polemizador). Alguns deles ainda continuam inteirinhos por aí(em termos), outros já passaram para outra, outros ainda desistiram pelo caminho( que parece ser simples, mas todavia exige boa disciplina e austeridade inicialmente). Ohsawa costumava dizer que o I-Do (O Caminho da Medicina) é uma porta estreita. Ele queria se referir à prática da auto-gestão da saúde, que não é pra todo mundo. Em geral, no “geralzão” mesmo(na porta larga), todos preferem passar a procuração para os médicos de plantão e entregar seu destino nas mãos dos profissionais da saúde, que, coitados, andam pior das pernas que os próprios pacientes.
Bem, mas isso já daria uma outra discussão.
Enfim, o trabalho desses pioneiros, todavia, não deve ser desprezado ou desmerecido, pois foi com os erros e acertos desses ousados e questionadores do sistema que hoje nós conseguimos encontrar um certo nível de consciência ecológica (interna e externa)por parte de muitos interessados por um meio de vida mais saudável e uma medicina menos invasiva.
Aproveitando o ensejo deixo aqui para divulgação alguns sitios que merecem ser visitados para que os ibuscadores possam conhecer outras abordagens do tema na América e Europa.
        www.e-macrobiotica.com  [ em língua portuguesa do Inst. Macrobiótico de Portugal]
        www.gomf.macrobiotic.net [ portal oficial da George Ohsawa Macrobiotic Foundation nos EEUU]
        www.kushiinstitute.org  [ portal do Instituto do Michio Kushi também nos EEUU]
        www.macroamerica.com [ portal do casal americano David e Cindy Briscoe ]
        www.lamacrobiotique.com [ em língua francesa do casal suiço Gérard e Florence Wenker]
        www.macrobiotics.nl [ portal da Holanda em três línguas do Kushi Institute na Europa]
Estes endereços trazem imagens, textos diversos, história, receitas, projetos, fatos pitorescos, mensagens ecológicas, dicas terapêuticas, além de vários links para outros diversos sítios da alternatividade contemporânea no hemisfério norte. Para quem gosta de pesquisar e buscar respostas vale a pena dar uma vasculhada”. (Ernani Franklin)  

 

 

Augusto Queiroz: o pai da macrô é Lula

Posted by admin On setembro - 5 - 2008

Estou achando interessante esta polêmica, embora eu mesmo não tenha polemizado nada, apenas retransmiti uma mensagem que me foi enviada!  Mas, de fato, a macrô foi e continua sendo uma das linhas mestras da minha vida, no melhor estilo Refazenda, do Gilberto Gil, na sua fase mais zen, refazendo tudo, com uma tigelinha de arroz integral na mão, redescobrindo certas coisas tão normais nos nossos retiros espirituais…

Como tantos daquela geração, também joguei no céu o meu anzol, pra pescar o sol. E, arroz integral dá barato sim, na grande viagem da melodia cósmica da vida. O problema hoje, nesta Babel babilônica capitalista e terceiro  mundista em que vivemos, é achar tempo para adotar um estilo de vida mais simples e descompromissado, a la anos 60…

Hoje convivo com jovens absolutamente neuróticos e estressados, que me confessam com desmedida inveja que gostariam de ter sido jovens naquela época….  !!!

    Sentiram o nosso privilégio??

Em tempo, convido a todos para uma homenagem ao velho Lula (fundador do restaurante Grão de Arroz), na próxima quinta, 11, 19h, na Câmara Municipal, promovida pela vereadora Olívia Santana, a negona rasta e iluminada do PCdoB. Homenagem mais do que justa ao “pai da macrobiótica na Bahia”. E tome-lhe polêmica!!!

Mas o fato é que, melhor do que discutir rótulos (holismo, macrô, zen, vegan, etc),  é vivenciar a essência. (Augusto Queiroz)

Macrobiótica: vida longa para um termo morto

Posted by admin On setembro - 5 - 2008

O termo Macrobiótica ainda é motivo de polêmica.  Auto-educação vitalícia, conceito adotado por Tomio Kikuchi a partir dos anos 80 , busca substituir a antiga referência, mas a marca “macrô” insiste em se manter viva com todos  seus estigmas. Mais de 40 anos depois da chamada explosão, no Brasil, da contracultura, o adepto radical desse estilo de vida continua carregando pechas de  bicho-grilo, porra-louca, cara de doente ou, no mínimo, diferente.  Não há nada de bicho-grilice nessa forma de se alimentar e de encarar a vida, onde só arroz integral não basta – é preciso botar o corpo pra trabalhar ativamente, diariamente, compulsivamente, com diz o professor Kikuchi.  Mas a questão continua no ar: como se livrar da marca “macrobiótica”?  Ela é ordinária e nem tão bonitinha. No entanto, comunica.  Auto-educação vitalícia é completa, diz tudo, mas não tem o dom da comunicação imediata.  É preciso mastigar 80 vezes para assimilar seus nutrientes filosóficos.  Nesses tempos de informação rápida, qual o termo mais adequado para difundir o conceito? O debate foi iniciado assim sem querer por dois antigos adeptos desse estilo de vida, o jornalista Augusto Queiroz e o terapeuta e mestre de TaiChi Ernani Franklin. Augusto, macrô. Ernani, professor. Veja como tudo começou. (Arthur Andrade)

 Polêmica

Pai da Macrobiótica vem à Bahia em Outubro

Considerado o pai, no Brasil, da macrobiótica, conceito que vê na alimentação propriedades terapêuticas, Tomio Kikuchi, 82 anos, chega a Salvador no dia 15 de outubro para uma série de palestras e atendimentos. Autor do célebre “Autocontroleterapia”, espécie de bíblia do que se chamava, no passado, de macrobiótica, Kikuchi vai falar sobre os efeitos da tecnologia na vida do homem moderno, em palestra na Reitoria da UFBA, na manhã do dia 16. A programação inclui atendimentos terapêuticos, no dia 17, e vivência intensiva no Oásis da Paz, em Buraquinho, nos dias 18 e 19.  (Augusto Queiroz)

Macrobiótica: termo parcial e mal compreendido

Vamos esclarecer. Pai da macrobiótica, se é possível atribuir paternidade ao conhecimento codificado por George Ohsawa, seria melhor atribuído ao vasto repertório das práticas educativas e terapêuticas encontrado nos países do Oriente, em especial aqueles que receberam a influência da filosofia e medicina fundamentada no Tao.
Tomio Kikuchi nunca foi pai da macrobiótica. Poderia ser considerado um introdutor do método e representante do professor Ohsawa para a América do Sul. Michio Kushi fez o mesmo na América do Norte.
Além disso, o professor Kikuchi depois de reconhecer uma série de imperfeições e inadequações da  abordagem proposta por Ohsawa, resolveu desconsiderar de vez este codinome “macrobiótica” por considerá-lo parcial e mal compreendido.
 Hoje o termo que o professor  Kikuchi adota é auto educação vitalícia.
Apenas alguns nostálgicos seguidores do método difundido por Ohsawa, e que não se detiveram em questioná-lo e aprimorá-lo, é que se apegam a esta visão distorcida da realidade.  (Por Ernani Franklin)