Tuesday, September 7, 2010

Archive for the ‘Internet’ Category

Warner Music é a última a negociar acordo com YouTube

Posted by Navii On julho - 21 - 2009

A Warner Music, terceira maior gravadora do mundo, ainda está em processo de negociação com o site de vídeos YouTube para licenciar clipes de seus artistas, apesar de todas as outras grandes gravadoras já terem renovado seus contratos.

A EMI Music , a menor das quatro grandes gravadoras, renovou discretamente seu contrato com o YouTube em fevereiro, logo depois da Sony Music Entertainment e à frente da Universal Music Group, unidade da Vivendi. A Universal Music, além de renovar seu contrato com o YouTube, também anunciou planos mais amplos de fechar uma parceria com o YouTube para a criação de um site exclusivo para vídeo clipes chamado Vevo. O site deve ser lançado ainda este ano.

Já a Warner Music, que, ironicamente, foi a primeira grande gravadora a fechar um acordo com o YouTube, está agora sozinha na sua demora para renovar a parceria com o site.

Clipes de artistas da Warner, como Madonna e Green Day, foram retirados do youTube em dezembro último após tentativas frustradas de ambos os lados para chegar a um acordo sobre os termos financeiras das licenças de direitos autorais.

Duas fontes com conhecimento das discussões entre a Warner Music e o YouTube afirmaram que, enquanto as negociações continuam em andamento, não há expectativa iminente de pronunciamento de ambas as partes.

Como presidente-executivo da única empresa de capital aberto entre as grandes gravadoras, a Warner Music, Edgar Bronfman tem grande interesse em conseguir melhores condições no acordo com o YouTube. Ele também enfrenta um momento especialmente difícil no mercado de música, que tem sofrido com a queda nas vendas de discos e com a lentidão no crescimento das vendas de música digital.

Fonte: Reuters

20/07/2009

A literatura online na China

Posted by Navii On fevereiro - 16 - 2009

Escritores chineses emergentes utilizam a Internet para publicar obras e conquistar leitores

 

Se não fosse pela Internet, Murong Xuecun talvez ainda estivesse trabalhando como gerente de vendas numa companhia de carros, na cidade de Chengdu, Sul da China. Era isso o que fazia quando começou a escrever seu primeiro romance no mural de recados online da firma.
A cada semana, quando chegava em casa após o trabalho, postava novos episódios da história em que pinta um quadro honesto, ainda fresco, da vida urbana moderna na cidade onde viveu. A trama de amor, sexo, apostas e drogas se tornou tão popular que logo surgiu em muitos outros foruns online.
Hoje, com 35 anos, Murong é considerado um dos mais famosos autores emergentes da China contemporânea. Sua obra inaugural, “Leave Me Alone: A novel of Chengdu”, foi lida por milhões de cybercidadãos chineses, adaptada para o cinema e para a televisão e traduzida para o alemão, o francês e o inglês.
Ele também é visto com um pioneiro do que se tornou nada menos do que o renascimento online da literatura no seu país, particularmente entre jovens escritores chineses. Esse grupo batalhou para encontrar uma tribuna para o seu trabalho numa indústria editorial tida como conservadora, já que tem de enfrentar a censura do Estado. Ao invés de permanecer em silêncio, uma nova geração de autores encontrou sua voz na Web.
“É uma grande revolução”, disse Yang Hengjun, autor de novelas de espionagem política que publicou seu primeiro trabalho online. “Quando você escreve algo na Internet que não pode fazer na realidade e causa uma mudança, isso é revolucionário”.
As últimas décadas assistiram ao florescimento de incontáveis sites de literatura e foruns online abrigando histórias de centenas de aspirantes a autor. Seus trabalhos são lidos por milhões de usuários de Internet, levando alguns a afirmar que, no futuro, as atividades ler e escrever ocorrerão, em sua predominância, no cyberespaço.
“É uma tendência inevitável graças ao rápido desenvolvimento da Internet e a mudanças nos conceitos das pessoas”, disse Hou Xiaoqiang, cabeça da Shanda Literature, divisão da Shanda Interactive Entertainment, a maior provedora de entretenimento online da China, sediada em Shangai.
“Pessoas comuns têm começado a perceber que o mundo deve ser dominado por elas, e não pela midia ou por alguma elite”, acrescenta Hou. “Autores online estão quebrando as regras e usando conceitos totalmente novos”.
Shanda literature opera três dos maiores portais de literatura da China, incluindo o Qidian, um dos mais populares. Juntos, os sites têm mais de 200 milhões de páginas visitadas diariamente e publicaram aproximadamente 30 bilhões de caracteres chineses, de acordo com os arquivos da Shanda Literature.

Os rendimentos da Shanda advêm de publicidade online e da cobraça de pequenas quantias aos usuários que acessam as histórias mais populares ou os trabalhos de autores famosos que tenham sido contratados para escrever para a companhia. A empresa tenta ganhar ainda com a concessão de licenças aos estúdios cinematográficos, produtores musicais, desenvolvedores de jogos e publicadores de livros enquanto detém a propriedade intelectual das obras.
A Shanda possui os direitos de mais de 200.000 trabalhos e já vendeu algumas licenças para outras companhias, incluindo uma popular novela de “Tomb Raider” que está sendo adptada para o cinema pelo diretor de Hong Kong Johnnie To Kei-Fung.
“A literatura é ponto de partida para todos os meios de entretenimento”, Hou disse à CNN. “Ela pode inspirar desenhos para jogos, músicas, filmes e peças de teatro”. A falta de boas histórias são a razão principal do subdesenvolvimento do entretenimento [na China]“.
A maioria dos geralmente jovens, e quase sempre do sexo feminino, cyber-escritores postam seu trabalho online na esperança de que, como o romance de Murong, suas histórias sejam lidas por milhões, vindo a se tornar livros ou filmes e fazendo-lhes famosos. A cena da literatura online chinesa funciona, em algum nível, como um reality show de TV.
As livrarias têm agora seções para as “Internet novels” publicadas em papel, enquanto outros escritores influentes têm emergido da Web através dos anos, uncluindo Annie Baobei, cujos livros sobre amor e solidão nas cidades chinesas venderam mais de um milhão de cópias.
“Na América, as pessoas têm o sonho americano. Na China, as pessoas tem sonhos online”, disse Dai Yingniao, uma estudante que diz que a maioria dos seus amigos lêem romances online fantásticos sobre viagens no tempo, amor ou uma mistura dos dois.
Esse gêneros são em sua maioria lidos por garotas comuns que acham a vida entediante, disse Dai, percebendo a atração especial da sua colega de quarto pela novela do Web site Qidian chamada “The Legend of Little Beauty”.
“Prefiro literatura realista aos trabalhos da imaginação”, acrescentou Dai, de 20 anos. Ela descreveu a cyber-novela que planeja escrever sobre uma princesa que viveu durante a Dinastia Qing. Após deixar sua casa em Beijing, a princesa retorna e não reconhece mais a família ou a sociedade na qual viveu alguns anos antes.
“Eu só quero dar minhas opiniões sobre a vida de hoje em dia. Às vezes, o eufemismo é mais poderoso”.
Hoje é mais comum aos publicadores chineses arriscarem-se com as vozes que  emergem do universo online, imprimindo em papel histórias que há uma década simplesmente não teriam tal oportunidade”. Editoras investigam sites, procurando talentos cujos escritos podem ser trazidos aos leitores que não estão conectados à rede.
Jo Lusby, gerente da Penguin China, disse que “[os sites de literatura] são agora parte integrante da indústria editorial chinesa. É uma verdadeira convergência  de escritos impressos e online”.
Não obstante a comercialização gradual e subseqüente abertura da indústria de publicações chinesa durante os últimos anos, muitos dos escritores que estão aptos à auto-publicação online ainda enfrentam a censura quando seus trabalhos são adaptados para audiências offline. “A publicação offline é ainda estreitamente controlada e não será fácil mudá-la”, disse Yang Hengjun, cujas novelas de espionagem foram proibidas no país. “Qualquer Intenet novel é largamente editada quando de sua publicação”.
A longo prazo, de qualquer maneira, Yang acredita que a liberdade da literatura na Internet se estenderá à indústria de publicações chinesa. “É uma boa coisa e muito promissora. Hoje em dia, para mais e mais pessoas, se elas querem se expressar, podem fazê-lo online”.

Retirado de CNN.com / Traduzido e adaptado por Thácio Faria (Navii Blog)

Mais de 40% dos britânicos têm medo de fazer compras online

Posted by Navii On fevereiro - 13 - 2009

CyberSource revela que 70% das pessoas que fazem compras online no Reino Unido possuem serviços de segurança para cartão de crédito

Mais de 41% dos britânicos se recusam a fazer compras online por receio sobre a segurança das transações, afirma levantamento da CyberSource.
A pesquisa mostra que mais de um terço dos entrevistados conhecem alguém que já tenha sido vítima de fraudes online. Por conta disso, uma grande quantidade de internautas que fazem compras online disseram que tomam uma série de cuidados para se protegerem contra o roubo de dados.

Quase 70% declararam que já assinaram serviços de segurança para seus cartões de crédito, que emitem uma senha que deve ser inserida no campo de detalhes do cartão para fazer qualquer compra. Dos compradores online, 86% disseram que, antes de fazer a compra, procuram o pequeno cadeado que aparece na tela como ícone de segurança dos sites.
“Com a grande cobertura que a mídia tem feito sobre falhas de segurança, não é surpresa que alguns consumidores estejam assustados”, disse Simon Stokes, diretor da CyberSource. “O desafio para a indústria é educar os consumidores a comprar de maneira segura e minimizar sua exposição às fraudes. Com mais pessoas obtendo acesso à internet, acredito que veremos uma maior porcentagem de pessoas experimentando e gostando de fazer compras online”.

Fonte: IDG Now!

Seria o Facebook uma cópia?

Posted by Navii On fevereiro - 13 - 2009

O jovem CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, deve pagar US$ 65 milhões a três ex-colegas para encerrar uma ação judicial que o acusa de roubar a idéia do site ConnectU

O caso foi publicado no informativo inglês The Guardian ontem (12) e, a princípio, não deveria ser algo público, pois havia um acordo entre todas as partes de não divulgar a notícia, que acabou vazando pelo escritório de advocacia dos acusadores.

O escritório conhecido como Quinn Emanuel divulgou, em uma newsletter, a seguinte mensagem: “Ganhamos US$ 65 milhões em uma decisão contra o Facebook”.

Zuckerberg conhecera o trio do ConnectU - Dyvia Narendra, Tyler Winklevos e Cameron Winklevos - na Universidade de Harvard. Desde julho, quando o caso chegou aos tribunais americanos, os três ex-colegas do dono do Facebook o acusaram de roubar a idéia, tecnologia, design e plano de negócio, enquanto eram estudantes.

Tida, desde o início do mês, como a maior rede social do mundo, o Facebook surgiu em fevereiro de 2004; já o site dos rivais, o ConnectU, foi para o ar em maio. A diferença de público entre ambas é estrondosa. Enquanto a rede de Zuckerberg recebe cerca de 68,5 milhões de usuários únicos por mês, a de seus delatores não passa de 100 mil membros.

A ação da ConnectU começou ainda em 2004. Os valores de resolução tiveram como base o investimento de US$ 240 milhões feito pela Microsoft em outubro de 2007.

Fonte: INFO Online

YouTube terá downloads gratuitos e pagos

Posted by Navii On fevereiro - 13 - 2009

O YouTube negocia com parceiros para oferecer vídeos offline. A plataforma pretende liberar vídeos para download, tanto com opções pagas quanto gratuitas

Thai Tran, gerente de produto do YouTube, disse no blog do serviço que já começou a trabalhar com parceiros que queiram colocar seus vídeos à disposição para quem quiser baixar.

“Muitos criadores de vídeos no YouTube querem ver seu trabalho divulgado. Eles não se importam em compartilhar, desde que levem o devido crédito”, diz o post.

Os parceiros também podem optar entre distribuir seus vídeos offline cobrando ou não. No caso dos vídeos pagos, o Google Checkout será usado para viabilizar a transação.

Os downloads gratuitos já estão em testes nos canais de universidades como Stanford, Duke, UC Berkeley e UCLA, além do canal universitário UCTV.

Outros parceiros, incluindo khanacademy, householdhacker e pogobat, estão participando de testes para avaliar possibilidades de geração de receita com a ferramenta, contou Tran.

O YouTube é uma ferramenta de grande audiência e altos custos, mas com poucas possibilidades de monetização, até o momento. O Google vem testando algumas modelos de negócio para a plataforma, incluindo publicidade em buscas e botões “click to buy”, que oferecem produtos relacionados ao conteúdo dos vídeos.

Fonte: INFO Online

Rainha da Inglaterra apresenta novo site

Posted by Navii On fevereiro - 13 - 2009

A rainha da Inglaterra apresentará uma nova versão do seu site na qual espectadores podem acompanhá-la por um mapa.

A página reformulada – www.royal.gov.uk – exibe compromissos passados, presentes e futuros de Elizabeth e da família real.

Outras novas ferramentas incluem links diretos para vídeos da realeza publicados no YouTube e uma seção a respeito dos bichos de estimação da família.

Tim Berners-Lee, cientista conhecido como o pai da internet, estará presente na inauguração da página, agendada para esta sexta-feira (13/02), no Palácio de Buckingham.

Fonte: INFO Online

Twitter nega que empresas terão que pagar por uso do serviço

Posted by Navii On fevereiro - 12 - 2009

Serviço básico continuará gratuito, mas recursos poderão ser cobrados

Depois de muitos boatos nesta semana, o Twitter veio a público negar as supostas notícias de que irá cobrar uma taxa das empresas pelo uso do microblog. “Independentemente do que for feito, o Twitter vai continuar livre para ser usado por pessoas comuns, celebridades e companhias”, disse o Chief Executive Officer (CEO) da empresa, Biz Stone. Segundo Stone, a companhia de fato está “pensando alto” em alguns modelos de negócios, mas não “há nada concreto, por enquanto”.

No último ano, a popularidade do microblog disparou e o Twitter agora já aparece em terceiro lugar na lista de redes sociais, atrás apenas do Facebook e do MySpace, de acordo com dados da Compete, empresa que mede a audiência de vários sites. Em janeiro, o site teve mais de 54 milhões de visitas e cerca de 6 milhões de usuários registrados.

Apesar de negar publicamente, Stone abriu espaço para especulação ao dizer que sua companhia “não vai cobrar taxas de serviços que já estão no ar”. Ou seja, novos serviços - eventualmente corporativos - podem, sim, ser cobrados.

Aliás, toda essa discussão surgiu porque falta ao Twitter - e a outros sites, como o Facebook - um modelo de negócios viável, capaz de traduzir a audiência do site em receita e lucro. Por ora, as empresas afirmam que estão se concentrando em ampliar suas bases de usuários.

Fonte: IDG Now!

Após blog, Protógenes Queiroz estreia Ning

Posted by Navii On fevereiro - 12 - 2009

O delegado da Polícia Federal que chefiou a operação Satiagraha aprofundou o uso das ferramentas de web 2.0 para se comunicar com a sociedade

Crítico da imprensa, a quem acusou em relatório de proteger investigados pela operação, o delegado Protógenes Queiroz já havia estreado um blog no final de 2008.

Agora, o policial criou uma comunidade no NING com o endereço http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/. A ideia do delegado é criar um canal direto com as pessoas que acompanham seu trabalho e discutir o combate à impunidade e corrupção no Brasil.

Investigador responsável por levar para a cadeira nomes como o do banqueiro Daniel Dantas, do investidor Naji Nahas e do ex-prefeito de São Paulo Celso Pita, Protógenes é ele próprio alvo de uma nova investigação.

A corregedoria da Polícia Federal apura se o delegado extrapolou suas funções e cometeu ilegalidades ao conduzir a operação Satiagraha, que investiga crimes financeiros no Brasil.

Fonte: INFO Online

Google paga blogueiros para fazer propaganda

Posted by Navii On fevereiro - 12 - 2009

Tentando conquistar uma parcela maior do mercado de buscas no Japão, Google paga blogueiros para fazer propaganda

O Google pode ser ultrapopular por aqui, mas ainda luta para chegar à liderança nas buscas no Japão. Desesperada, a empresa resolveu mexer dois pauzinhos: pagou blogueiros de lá em troca de posts fazendo propaganda sobre os seus serviços. Bom, né?

A “parceria” foi revelada nesta semana pelo blog Asiajin. Na Terra do Sol Nascente, o Yahoo! fechou 2008 com 52,5% de participação no mercado de buscas, contra 38,1% do Google, de acordo com números do Nielsen/NetRatings. Como diria Sabrina Sato: “É verrrrrdade.” Qual seria a razão para tamanha diferença? Será que os algoritmos de Larry Page e Sergey Brin não entendem direito o alfabeto nipônico? Ou será que o problema estaria na palavra Yahoo!, que lembra o grito de guerra dos antigos samurais?

Em vez de tentar entender melhor a razão da falta de sucesso e conquistar os internautas pelos seus méritos, o Google apelou para uma estratégia kamikaze. Com o objetivo de promover um widget que exibe as palavras-chave que estão em alta no momento (Hot Keywords), a companhia contratou a CyberBuzz, empresa conhecida por cobrar até 100 dólares por post “promocional”.

Segundo o Asiajin, vários blogueiros começaram a tecer comentários favoráveis a respeito do lançamento do Google, e muitos dos textos terminavam com a frase “Estou participando da campanha do CyberBuzz”. Simples como cozinhar um lámen. Pena que os internautas descobriram a traquinagem, que fere as diretrizes que todas as unidades do Google devem seguir.

Os autores da façanha devem ter rezado para poder ser como Hiro Nakamura. Bastaria gritar “Yahoo!” – digo, “Yatta!” – e voltar no tempo para desfazer o mal entendido. Em seu blog oficial, o pessoal do Google no Japão pediu desculpas pelas atividades promocionais. Nos bons tempos, o responsável por essa tremenda derrapada teria cometido harakiri.

Retirado do blog de Maurício Moraes

Candidatos a premiê de Israel copiam Obama na campanha on-line

Posted by Navii On fevereiro - 10 - 2009

A mudança proclamada pelo recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, parece mesmo ter chegado à política. Ao menos na campanha dos principais candidatos a premiê de Israel, a estratégia para conquistar o voto para a legenda segue à risca o manual do primeiro presidente negro americano.

Ferramentas como Twitter, YouTube, Flickr e Facebook são fortemente utilizadas pela campanha dos candidatos como forma de se aproximar do eleitor. Interatividade, mobilização de voluntários, programa de governo, rádios e TVs on-line e envio de SMSs são as principais ferramentas utilizadas pelos dois principais concorrentes, a chanceler Tzipi Livni (Partido Kadima) e o ex-premiê Binyamin Netanyahu (Partido Linkud).

Em Israel, o premiê é escolhido pelo Knesset (Parlamento), porém são os eleitores que escolhem os novos 120 deputados. Com as pesquisas prévias indicando empate técnico entre os partidos Linkud e Kadima e 20% de eleitores indecisos –cerca de um milhão– vence, no Parlamento, quem conseguir conquistar esses votos agora.

“Será uma eleição que dependerá mais das ferramentas do que da habilidade dos partidos. Nisso, os dois [Livni e Netanyahu] estão com vantagem, pois contam com espaço na TV e tem articulado bem a campanha na mídia”, afirma Peter Medding, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Semelhanças

Na internet, o conservador Netanyahu usa o slogan “Together we can succeed” (”Juntos nós podemos”, em inglês), na mesma linha do “Yes, we can” (”Sim, nós podemos”, em inglês) de Obama. Um dos principais conselheiros de campanha de Netanyahu, Ron Dermer, confirmou ao jornal “The New York Times” a semelhança entre as duas propagandas.

“Nós estamos dentro do mesmo ramo de trabalho. Então, nós pegamos as melhores ideias que foram criadas [para Obama] e tentamos adaptá-las. E embora nós não usemos a mesma palavra ["mudança"] na campanha, nós acreditamos que Netanyahu é o verdadeiro candidato da mudança em Israel”, disse o publicitário.

No site de Livni, a equipe de campanha posta diariamente discursos de campanha onde a chanceler aparece ao lado de artistas e em festas com jovens. Com o slogan “A different prime minister” (”Uma primeira-ministra diferente”, em inglês), Livni investe em um discurso pacifistas e de mudança.

Entre os pontos comuns dos discursos de Obama, Livni aposta em ambiguidades, como o “medo e a esperança” ao citar a construção de Estados para israelenses e palestinos. “A paz de Israel pode ser um país como uma Constituição, onde o Estado não pregue o ódio entre palestinos e israelenses. Um lugar onde todas as crianças terão uma oportunidade no futuro”, afirma Livni que, ao final, diz que a decisão da mudança “está nas suas mãos”.

Fonte: Folha Online

Twitter pode cobrar pelo uso comercial de suas contas

Posted by Navii On fevereiro - 10 - 2009

Companhias que utilizam o Twitter para propósitos comerciais poderão, em breve, ter que pagar pela atividade, de acordo com o que foi dito por Biz Stone, co-fundador da rede social, em entrevista concedida à revista britânica Marketing. “Nós temos notado mais empresas usando o Twitter e pessoas seguindo elas. Podemos identificar maneiras de tornar essa experiência ainda mais valiosa e cobrar por contas comerciais”.
Nenhuma grande surpresa até aí, já que a cobrança é apontada com uma das medidas mais óbvias para gerar rendimento, embora muitos estejam esperando mais do Twitter, que, com quase três anos de existência, ainda não tem um modelo de negócios definido. Stone também disse que nada será cobrado dos usuários comuns.
Não foi dado qualquer detalhe relativo a preço ou à maneira específica que o Twitter realizará as cobranças - ou mesmo por qual serviço exatamente cobrará. Um lembrete: a empresa levantou 20 milhões de dólares em investimentos de risco e recentemente recusou uma oferta de aquisição proposta pelo Facebook.
Um dos exemplos mais recentes de companhias utilizando o Twitter para fins comerciais é a Dell, que já vendeu 1 milhão de dólares através do serviço de microblogging. Recentemente, a empresa começou a dar descontos exclusivos para os seus seguidores.
Esse tipo de atividade se tornará comum no futuro, sem sombra de dúvida.
Mas o que exatamente é considerado uso comercial pela adminsitração do Twitter: qualquer forma de promover um produto ou serviço, ou somente quando há atividade comercial ligada às contas da corporação? E as companhias, elas estarão prontas para pagar pelo uso dos serviços?

Retirado de Tech Crunch / Traduzido e adaptado por Thácio Faria (Navii Blog)

Falso Dalai Lama é suspenso do Twitter

Posted by Navii On fevereiro - 10 - 2009

Conta voltou ao ar, mas não se pronuncia mais como oficial

Em nota divulgada pela AFP , o serviço de microblogging Twitter afirmou que a conta do usuário dizia ser o Dalai Lama foi suspensa, acusada de ferir as regras de identidade do serviço

A conta, criada no último sábado, dia 7 de fevereiro, atraiu mais de 20.000 seguidores em em apenas dois dias, número incomum até mesmo para o Twitter. O alto número de inscrições em tão pouco tempo pode ter sido o fator chave para que o serviço suspendesse a conta do que declararam se tratar de uma falsa identidade, relatou o site CNET .

De acordo com o site Tech Sassy , os tweets pareciam ser legítimos, levando a crer que alguma pessoa tenha decidido espelhar a palavra de Sua Santidade pelo mundo, mesmo que extra-oficialmente. Na entrada, uma declaração dizia: “Sejam bemvindos à página oficial do Twitter da Sua Santidade o Dalai Lama administrado pelo Escritório de Sua Santidade o Dalai Lama”.

Apesar da notícia, o link para o falso perfil ( http://twitter.com/ohhdl ) continua funcionando, mas não possui mais a declaração de oficialidade, afirmando não ser afiliada ao verdadeiro Dalai Lama.

Nem o escritório oficial e nem o Dalai Lama se pronunciaram a respeito do caso.

Fonte: Yahoo! Notícias

Microsoft estréia site de fofocas

Posted by Navii On fevereiro - 10 - 2009

Wonderwall irá agregar conteúdo sobre celebridades

Em tempos de crise, qualquer recurso rentável pode ser utilizado para segurar uma empresa. A Microsoft inaugurou o site Wonderwall, cujo único assunto é noticiar as últimas novidades e fofocas das celebridades, noticiou o site TGDaily .

A Microsoft firmou uma parceria com a BermanBraun Interactive para criar o site Wonderwall.com, “um local inovador de conteúdo sobre entretenimento e celebridades”. O Wonderwall irá agregar rumores e sujeiras sobre celebridades, em uma interface que simula um grande mural com a foto dos pop stars mais procurados e mais famosos. De acordo com o site Digital Trends , a empresa BermanBraun cuidará da produção do conteúdo.

Quando questionado a respeito do porquê do lançamento de um site que seria igual a tantos outros como PerezHilton e TMZ , Rob Bennet, gerente geral do MSN disse que espera que o Wonderwall seja um agregador de informações. “A realidade é muito do mesmo conteúdo, com a mesma audiência”, disse.

Fonte: Yahoo! Notícias

Dia da Internet Segura prega navegação ética diante do crescimento de ameaças à privacidade de internautas que se expõem na web

Em 2008, estudos e casos trouxeram à tona informações relevantes que apontam a falta de consciência de usuários com relação ao uso da internet, além de mostrar o que pode acontecer quando pais e filhos não sabem usar a tecnologia de forma segura e ética.

No intuito de incentivar o uso seguro e ético da web, 65 países promovem o “Dia da Internet Segura” no dia 10 de fevereiro. O evento também lembra os riscos de fornecer dados e imagens pela rede, que podem ser usados por pessoas mal intencionadas. A programação completa para o Brasil pode ser conferida online.
Para ilustrar o que pode ‘dar errado’ quando a rede é usada sem consciência, basta lembrar uma prática específica de cyberbullying - perseguição ilegal a crianças e jovens online - no MySpace, que levou ao suicídio de uma adolescente de 13 anos de idade. A tragédia ocorreu após a mãe de uma colega da vítima criar um perfil falso, fazendo-se passar por um adolescente que tentou atrair a jovem.
Este tipo de ameaça certamente levou os pais a repensarem a participação de seus filhos em redes sociais. Infelizmente, contudo, eles pouco sabem o que seus filhos fazem na internet, segundo um estudo da SaferNet Brasil. Enquanto 84% dos brasileiros menores de 18 anos entrevistados afirmaram que contam seu nome verdadeiro na web, os pais acham que 66% das crianças o fazem.
Além disso, a própria SaferNet mostra que mais de 50% das crianças e jovens entrevistados já foram expostos a conteúdos impróprios na web. Mesmo assim, 87% dos menores de 18 anos de idade não têm restrições de navegação online, e 72% compartilham fotos na rede.
Os conteúdos impróprios podem, inclusive, ter origem nos próprios jovens. Segundo o estudo Sex and Tech, uma em cada cinco adolescentes norte-americanas já enviou foto ou vídeo de nudez própria aos amigos pela web.
Outra polêmica recente, que envolveu o Facebook, apontava que sua plataforma de publicidade, o Beacon, colhia dados dos usuários da rede sem sua prévia permissão. Por isso, uma boa pedida na web é ler os termos de privacidade dos serviços utilizados para saber o que é feito com suas informações.
A impunidade não impera, contudo, em diversos aspectos. No Brasil, por exemplo, a rede social Orkut entregou à CPI da Pedofilia, em novembro do ano passado, o conteúdo de 18.500 álbuns com suspeita de conteúdo pedófilo.

Fonte: IDG Now!

Dalai Lama estreia no Twitter

Posted by Navii On fevereiro - 9 - 2009

Líder espiritual do budismo cria perfil para se comunicar com geração mais jovem

Tenzin Gyatso, o décimo quarto Dalai Lama, acaba de colocar a encarnação de Buda na mídia social. O líder espiritual do Budismo estreou no sábado (07/02) um perfil oficial no serviço de microblogging Twitter.

Pela conta “OHHDL” (sigla para “O escritório da sua Santidade o Dalai Lama”, em inglês), um mediador em nome do líder espiritual repassa conteúdos e links, principalmente do site do próprio Dalai Lama, sobre o budismo.

“Sua Santidade pensou que era prudente tornar seu escritório aberto e acessível para uma audiência mais jovem e tecnologicamente avançada”, diz um dos primeiros posta do perfil no Twitter.

Nos quatro dias em que esteve no ar, o perfil já atraiu mais de 19 mil seguidores, o que faz com que o Dalai Lama se posicione entre as 120 contas mais populares do Twitter, segundo o Twitterholic.

Em janeiro, foi a vez do líder máximo da Igreja Católica entrar na mídia social, com o Vaticano estreando um canal no YouTube por onde sermões e mensagens do Papa Bento XVI serão retransmitidas.

Fonte: IDG Now!

Google estuda movimento dos olhos

Posted by Navii On fevereiro - 9 - 2009

Quando o usuário faz uma busca, a decisão de que resultado escolher é tomada em segundos. Para tentar descobrir o que desperta a atenção do internauta, o Google está estudando o movimento dos olhos.

O grupo de Pesquisa com Experiência do Usuário da empresa chegou à conclusão de que as pessoas avaliam a página com os resultados de busca tão rápido que a maior parte das decisões é incosciênte.

Para tentar entender melhor o que determina as escolhas, a equipe está usando equipamentos que mapeiam os movimentos dos olhos em testes de laboratório.

“Claro que o mapeamento de olhos não nos diz o que eles estão pensando, mas nos dá uma boa ideia sobre que parte da página eles estão pensando”, explicam Anne Aula e Kerry Rodden, pesquisadoras do Google.

Os testes mostram que as pessoas tendem a olhar para os resultados em uma determinada ordem – do primeiro para baixo, até que encontrem um resultado útil e cliquem. O padrão de visualização mostra que as pessoas em geral não vão além dos dois primeiros resultados.

Uma das conclusões dos pesquisadores é que ícones de imagem e vídeo podem ajudar o usuário a encontrar os resultados buscados sem atrapalhar o padrão de visualização.

Os estudos de mapeamento dos olhos não são úteis apenas para buscas. O time também aplica os testes para descobrir como melhorar outros produtos, como Google News e Image Search.

Fonte: INFO Online

Skype 4.0 melhora chamadas de vídeo

Posted by Navii On fevereiro - 9 - 2009

Com transmissão de até 30 frames por segundo em conexão eficiente, conversas por vídeo também são otimizadas para web lenta

O Skype 4.0 foi lançado nesta terça-feira (03/02) aos usuários de Windows, com novos recursos que permitem chamadas de vídeo em tela cheia e melhoram a qualidade das chamadas, além de interface mais amigável.

Para melhorar a experiência de conversas por vídeo, o Skype incluiu, na nova versão, um gerenciador de banda, para que a chamada tenha qualidade mesmo em uma conexão lenta. Para quem tem web rápida, o Skype promete “High Quality Video” com até 30 frames por segundo.

Um novo codec de áudio consome 50% menos banda do que nas versões anteriores do Skype. Outra novidade é que a qualidade do som, para quem tem web veloz e bons fones de ouvido, é muito maior.

A nova interface do Skype também promete facilitar a configuração da webcam, microfone e fones de ouvido. O download já é oferecido em português.

Fonte: IDG Now!

O futebol descobre craques pela web

Posted by Navii On fevereiro - 9 - 2009

Jogadores de futebol utilizam como cartão de visita vídeos do You Tube com seus “melhores momentos”

O pito que o atacante palmeirense Lenny levou de seu chefe Luxemburgo ocupou boa parte do noticiário palestrino esta semana.

Após uma prolongada seca, Lenny voltou a marcar gols este ano. Para festejar a boa fase, o garoto partiu para chacota. “E aí, quantos gols seus tem no YouTube?”, galhofou o jovem para cima dos colegas. Luxa não gostou da soberba e rezou-lhe um sermão.

Usar o YouTube como referência de status é cada vez mais comum entre os boleiros. Quem tem mais vídeos na web, tem mais prestígio. Isso vale, inclusive, para os não profissionais. Para conseguir um bom contrato, uma transferência para outro Estado ou país, não dá para trancar a agenda do treinador ou empresário e ir até sua sala fazer firulas e embaixadinhas.

O cartão de visita dos candidatos a craque é mandar links com seus “melhores momentos” no YouTube. A prática é explorada sobretudo pelos abnegados e generosos empresários do futebol, que divulgam o talento do pé de obra brasileiro para clubes de categoria no Catar, Ucrânia e Azerbaijão.

Um aplicativo criado em Israel monitora quais vídeos de música são mais vistos no YouTube. A ideia do inventor é perceber que tipo de cantor está em ascensão e identificar os melhores talentos a tempo de premiá-los com contratos de exclusividade antes de qualquer outro empresário.

É assombroso como da música ao futebol o YouTube virou uma vitrine global inexorável para quem deseja fazer algum sucesso em sua profissão.

Fonte: INFO Online

Cyber-hedonismo

Posted by Navii On fevereiro - 6 - 2009

Prazeres virtuais: muitos jovens preferem buscar o prazer na web ao invés da política. Mas, até quando?

 

Uma das razões para o sucesso eleitoral de Barack Obama foi a brilhante extensão da sua campanha até os jovens usuários de internet. O uso incansável de blogs e redes sociais ajudaram a provocar agitação, incentivar doações e ganhar votos, além de aumentar a consciência política na América como um todo.
Isso foi um marco na história política da rede. Mas, os efeitos transformadores - e libertadores - dos meios de comunicação modernos têm sido menos surpreendentes em sociedades mais pobres do que a América: países com regimes autoritários e costumes rígidos têm, até recentemente, dado aos seus jovens muito pouco espaço para tais manobras.

A pergunta na cabeça de muitos críticos é: como os jovens, expostos a fatos, pontos de vista, sons e a uma gama de interlocutores - muitas vezes sem o controle dos pais - , utilizarão o acesso à internet? Eles tentarão mudar o mundo, ou simplestemente procurarão divertimento?

Há tantas evidências da segunda opção que seus adeptos inventaram uma nova palavra para definí-la: “cyber-hedonismo”. Para o horror dos idealistas, os jovens parecem, em muitos países, desistir das lutas políticas iniciadas pelas gerações anteriores e optar por uma espécie de “nirvana digital”,divertindo-se com um grande estoque de filmes, músicas, mensagens instantâneas e, claro, “oportunidades sexuais”. Um aspecto interessante  do cyber-hedonismo é que, comparado à política, ele está menos apto a atrair a atenção das autoridades.

Os passatempos eletrônicos para jovens vão desde os mais inocentes até os “mortalmente perigosos”. Na Nigéria, um best-seller dá dicas aos jovens de como “tocar o  coração através de mensagens de texto inesquecíveis”. Jovens indianos têm um gosto especial por sites de casamento, onde procuram um bom par (recém-casados que desejam visitar lugares famosos durante a lua-de-mel, como o Taj Mahal, poderiam, ao invés disso, realizar viagens virtuais…). Nos países asiáticos mais ricos, como a Coréia do Sul ou Singapura, a paixão dos jovens pelas apostas online freqüentemente se transforma em vício.
O cyber-hedonismo, é claro, não substitui a paquera ou encontros sexuais reais, mas parece remover alguns obstáculos. No Chile, surgiu entre os jovens o “movimento Pokémon”: adolescentes com cortes de cabelo estranhos se juntam para trocar beijos - ou algo mais. Tudo isso - bem como as atividades de outros jovens mais conservadores - é organizado eletronicamente.

Na China, dois terços daqueles que participaram de uma pesquisa de opinião concordam que é possível manter um relacionamento apenas na virtualidade (em comparação, só um quinto dos norte-americanos partilham dessa mesma idéia). A outra parcela de chineses vai além: uma médica que orienta adolescentes grávidas por telefone em Shangai diz que metade das ligações que recebe são de garotas que conheceram seus parceiros através da internet.

Em muitos países, o acesso à pornografia é o principal fator que atrai jovens do sexo masculino ao universo online. Alguém que esteja frequentando pela primeira vez alguma lan house no Sudeste asiático quase sempre se supreende ao constatar que a clientela local é formada unicamente de homens, que atabalhoadamente tentam proteger as telas dos computadores da vista do público. Os donos dessas lan houses sabem o que está acontecendo, mas entendem que ser linha dura pode levá-los à falência. Na ultra-conservadora Arábia Saudita, a maioria das mensagens trocadas por celular entre adolescentes têm conteúdo pornográfico.

Líderes políticos e instituições religiosas vivem um dilema com o crescimento do cyber-hedonismo: eles devem seguir os passos dos jovens na rede ou tentar em vão atraí-los para longe do computador?

Na Ásia, muitos políticos tentam lucrar com o hedonismo online, apresentando-se como devotos. Na última eleição em Taiwan, candidatos brigaram para aparecer na internet, mostrando-se simpáticos à juventude. Um deles chegou a contratar como porta-voz um integrante de banda de heavy-metal e postar uma série de anúncios no You Tube.

Nos países em desenvolvimento, e com regimes autoritários, como Rússia e China, a tolerância oficial ao cyber-hedonismo tem sido uma espécie de pacto oferecido pelas autoridades: “Nós deixamos você se divertir, de muitas e novas maneiras, se você esquecer a política”. Mas, agora, com a economia em crise, os jovens vão manter a sua parte do acordo?

Retirado de The Economist”/Traduzido e adaptado por Navii Blog

NYTimes considera cobrar por conteúdo na rede

Posted by Navii On fevereiro - 6 - 2009

Menos de dois anos após encerrar seu programa de conteúdo por assinatura, o sítio do New York Times pode voltar a cobrar por acesso. Hoje, a grande maioria dos serviços do sítio é gratuita. Segundo o editor-executivo Bill Keller, entretanto, a companhia começou a examinar a possibilidade de passar a cobrar por parte do conteúdo ou até pelo acesso total à página.

O anúncio de Keller reflete o mau período atravessado pela New York Times Company. Terceira maior companhia de jornais dos EUA, ela apresentou declínio de 48% nos lucros do quatro trimestre de 2008, já demitiu funcionários, considera hipotecar sua sede e procura compradores para o time de baseball Boston Red Sox, além de ter aceito, recentemente, ajuda financeira do empresário bilionário Carlos Slim.

Em 2007, o sítio do Times desistiu do serviço de assinatura online Times Select, que cobrava por parte do conteúdo – incluindo os artigos dos colunistas do jornal – e gerava renda de cerca de US$ 10 milhões por ano. O problema, diz Keller, é que o serviço limitava o número de leitores atingidos pelos anúncios publicitários, o que desagradava os anunciantes. “A lição daquela experiência, entretanto, não foi a de que os leitores não pagam por conteúdo”, afirma o editor-executivo, citando sítios rentáveis que cobram pelo acesso, como o Wall Street Journal e o Financial Times. Informações de Greg Bensinger [Bloomberg, 3/2/09].

Fonte: Observatório da Imprensa