Tuesday, September 7, 2010

Archive for the ‘Design’ Category

Navii realiza painel de comunicação web para Terceiro Setor

Posted by Navii On fevereiro - 26 - 2010

comnexumarquinha

Comnexu pretende introduzir conceitos e possibilidades da web para gestores de Ongs

Os números da internet surpreendem. A mídia que mais cresce no mundo tem, no Brasil, 75 milhões de internautas. Um em cada três brasileiros está conectado. Em média, ele gasta 23 horas e 12 minutos diante do micro, no mês. A maioria, cerca de 80%, conectada às redes sociais. Apesar dessa frenética relação, ainda é superficial a intimidade com o veículo. Assim são profissionais, instituições, empresas e, sobretudo, as organizações sem fins lucrativos, as OnGs. Boa parte dessas instituições do chamado Terceiro Setor ainda está perdida diante do potencial de comunicação da web. E logo elas que tanto precisam comunicar projetos e ações de forma rápida com custo acessível a orçamentos restritos.

Para mostrar o quanto isso é possível, a empresa de comunicação Navii lança seu primeiro painel web voltado para o Terceiro Setor. O “Comnexu – Organizações sem fins lucrativos e a nova era da comunicação” - pretende desmistificar a net. Mostrar como as redes sociais, por exemplo, podem ser grandes parceiras dessas organizações.

Especialistas em redes sociais, publicidade web, marcas e até física quântica vão traçar um quadro da nova era da comunicação, no próximo sábado, 6, no Instituto Roerich, Itaigara. O jornalista Hélcio Brasileiro, da 101º Macaco (Ceará) vai abordar a informação no contexto das redes sociais. Hélcio tem larga experiência na área, atendendo a grandes clientes do país e fora dele. Em 2008, foi responsável pela campanha web do candidato a prefeito de Salvador João Henrique. “Precisamos desmistificar a web. Não existe nada de extraordinário, inacessível, complicado”, observa. O publicitário José Armando Nogueira (ex-Propeg, Artplan, DM9, Link) vai falar sobre marcas, planejamento e estratégias de comunicação. O consultor em propaganda Paullo Santos (SP), sobre ética na web e a linguagem de “vendas” das OnGs – que estimulem mais a consciência que o consumo. Paullo é um dos fundadores do projeto Ecobairro, em São Paulo. Por último, a pesquisadora em Física Quântica Lúcia Helena Pereira pretende tratar sobre a energia do dinheiro e as questões filosóficas da prosperidade no mundo contemporâneo.

Para mais informações e inscrições: www.comnexu.net ou 71-3240-6901. O Instituto Roerich fica na Rua Afonso Ruy de Souza, 554, Itaigara, atrás do Colégio São Paulo.

Valéria Simões: um Lugar de Ausência no MAM

Posted by Navii On abril - 21 - 2009

valeriasimoesExposição da fotógrafa aberta na segunda, 20, no Museu de Arte Moderna, reúne imagens insólitas, sem tempo e espaço, numa das melhores mostras de artes plásticas do ano na cidade.


Valéria Simões é uma usina, incansável com olhar inquieto, voraz.  Condições necessárias para captar o que poucos vêem e muitos menos enxergam. A exposição “Lugar de Ausência”, aberta segunda, 20, no MAM, trata do indivíduo na relação com o seu entorno,  vestígios de sua existência,  efemeridade das situações transitórias.  Traz o olhar de Valéria sobre  paredes descascadas, respingos de pinturas em oficinas mecânicas, sobras de roupas num rio, as bocas do céu, a bola solitária na areia. A mostra no Museu de Arte Moderna, no Solar do Unhão, reúne 30 fotos feitas no Centro Histórico de Salvador e em cidades do interior baiano em nove meses de trabalho, ansiedades, fim de mundo, uffff…enfim, com resultado surpreendente.  “Estou muito feliz. As pessoas estão entendendo a mensagem”, disse ela na abertura da mostra, no corre-corre normal, normal. Valéria fez tudo nessa exposição - da idéia original, à concepção de vídeos, molduras, instalações e até à ultima varrição do chão do MAM, na tarde da abertura. “Alguém tinha que varrer, por que não eu que estava ali?”, diz com naturalidade das que botam a mão na massa para o banquete acontecer.

Depois do MAM, a exposição vai percorrer várias cidades do interior da Bahia, sempre seguida de palestras da artista plástica.  Visitação no MAM de terça a domingo, das 13h às 19h, e nos sábados  das 13h às 21h.

Por Arthur Andrade

Perde para Carlinhos Brown na exposição em rede nacional

Levantamento final sobre o Carnaval de Salvador confirma Ivete Sangalo como campeã em exposição em TV.  Os dados computados correspondem ao período de quinta-feira, 19, a domingo, 1º de março, quando as emissoras veicularam programas especiais sobre a festa.  Estão consideradas veiculações espontâneas e pagas – breaks publicitários.  Se no período do Carnaval Ivete aparece em primeiro lugar com 15h43 min, após os especiais amplia a margem para 18h32 minutos de exposição. O segundo lugar é mantido por Carlinhos Brown (15h43min), seguido pela banda Chiclete com Banana (14h03) e Cláudia Leitte (10h56), que deixa a sétima posição no período da folia para a quarta, após os programas de fim de semana nas TVs Bahia (GLB), Aratu (SBT), Band, Itapoan (Record), Educativa (CLT),Salvador (Rede Bahia), Globo News e Record News.  Na exposição em rede nacional, Brown é o primeiro colocado com 5h14min; Ivete em seguida com 4h30 e Chiclete com Banana, com 3h34.

Os dados foram levantados pela Navii – Informação Inteligente, empresa de comunicação de Salvador especializada em clipping, gestão de informação web e análise de mídia.  Nos levantamentos sobre veiculação espontânea, Ivete Sangalo mantém a frente com 15h42min, seguida por Carlinhos Brown (14h22), Chiclete com Banana (12h20), Cláudia Leitte (10h39) e Daniela Mercury (10h12).

Por Arthur Andrade

Dados totais: veiculação espontânea e breaks publicitários

Ivete Sangalo

18:32:50

Carlinhos Brown

15:43:39

Chiclete com Banana

14:03:42

Cláudia Leitte

10:56:02

Daniela Mercury

10:48:22

Cheiro De Amor

10:22:53

Ilê Aiyê

09:59:42

Psirico

09:22:32

Filhos De Gandhy

09:15:01

Fonte: Navii – Inf. Int. Ltda

Veiculação espontânea

Ivete Sangalo

15:42:28

Carlinhos Brown

14:22:13

Chiclete com Banana

12:20:53

Cláudia Leitte

10:39:38

Daniela Mercury

10:12:54

Ilê Aiyê

09:54:12

Cheiro De Amor

09:50:37

Fonte: Navii – Inf. Int. Ltda

Exposição nacional –Globo, Band, Record, SBT, Cultura, GBNews, Record News

Carlinhos Brown

05:14:11

Ivete Sangalo

04:30:26

Chiclete com Banana

03:34:07

Cheiro De Amor

03:26:40

Cláudia Leitte

03:15:09

Daniela Mercury

02:54:33

Fonte: Navii – Inf. Int. Ltda

Pânico carnavalesco: sensação de ser a próxima vítima

Posted by Navii On fevereiro - 26 - 2009

Em resposta ao comentário “Eles” (postado na quarta-feira) a internauta Lucinha Carvalho argumenta sobre seu pânico no Carnaval, mas diz que graças a ele saiu deste com todas as bolsinhas intactas.

“Companheiro,

Só você que não pula carnaval desde a década de 80 ficou tão assustado diante da precaução! É a fobia momesca. Mistura da euforia do folião com o pânico de vítima. Já acostumei com a minha. Também não levo chaves (já perdi várias nos banheiros púbilicos): só levo o dinheiro que vou gastar dividido em duas bolsinhas dentro das peças íntimas (na hora de tirar já viu, né?); celular bem escondido lá também e máquina fotográfica, nem pensar!

Ando assim em todo Carnaval: assombrada com a possibilidade de ser a próxima vítima. Nem adianta o governo estampar nos jornais que a violência diminuiu sete e tantos por cento. O lobby dos blocos e camarotes é maior: segurança all inclusive, inclusive.

Só a colocação dos tapumes dos camarotes e das cordas dos blocos já põe abaixo a campanha do governo do carnaval de rua seguro. Tantos camarotes e tantos blocos fizeram A Tarde filosofar: o camarote é uma negação de si mesmo. Todo mundo quer participar do “maior carnaval de rua do mundo”, de camarote. Depois, ainda vem Sartre dizer que o inferno são os Outros, Eles, ora!

Pipoqueira convicta, detesto cordas, mas minha fobia me fez enfrentar este ano nos tapumes. Só saí de lá para ir atrás dos trios de Armandinho (ô, nostalgia!) e de Margareth.. Braços para cima, pulando no meio do asfalto… e… ao meu lado… todos Eles. E ao contrário de você, prezado amigo, cheguei em casa inteira, com todas as minhas bolsinhas. Quem sabe, sabe”.

E o prêmio bizarro vai para!…

Posted by Navii On fevereiro - 25 - 2009

Trabalhar no Carnaval tem suas vantagens.  Enquanto os outros gastam, quem trabalha ganha. Enquanto os outros se divertem, quem trabalha se diverte com a cara dos outros. Falo dos que trabalham em pesquisa  jornalística de TV e Web - o clipping especializado.  De tanto ver bizarrices, a equipe da Navii elaborou prêmios igualmente bizarros para os eleitos, nessa quarta de cinzas.

Disquete de ouro

Até o momento, Ricardo Chaves é mais uma vez  forte candidato ao disquete de ouro.  Disquete de ouro é o prêmio consolação para os campeões com baixa capacidade de processamento no Carnaval de Salvador.

Troféu mãozinha

O Na Pegada é candidato a bloco mais solitário do Carnaval.  A cantora gritava: levanta a mãozinha galera! Dois levantaram, nas imagens da TVE.

Troféu piroca completa

Todos os blocos patrocinados pelo banco completo.  Aquela peça fálica publicitária passou pelas mãos de foliões e foliãs com o mesmo… carinho.

Troféu Ponga

A cantora da Banda Mina, Mariana Assis. Onde havia estrela maior, lá estava ponga por trás.  Ponga atrás de Ivete, ponga atrás de Daniela. Ponga atrás de Saulo. Ponga atrás… Uma hora, ponga sai pela frente.

Troféu Poparacumpó

Duas músicas são candidatas. Cadê Dalila e Cadê Xoxó. Dalila todo mundo sabe. Xoxó, mais difícil, nem tanto. Só o refrão: “Xoxó ta aí, xoxó tá lá,  xoxó tá em todo lugar, xoxó tinha um pandeiro”.  Tecnicamente, Xoxó é um músico, grande batuqueiro, tocava seu timbau ano inteiro. Até que um dia, partiu. Óóóó!

Troféu Esperança

Pela persistência, a cantora Viviane Trípodi. Todo ano espera acontecer. Como não foi nesse nem no outro, será no próximo.

Troféu Carroça Andei

O bloco Alerta Geral. Aí de carroça andei, cumadi! Aí de carroça andei!  O bloco levou cinco horas do Campo Grande até a Piedade. Na vida real, uns dois quilômetros.

Troféu Carência

A todos os blocos carentes. Me Ama, Me Abraça, Me Beija, Me Liga… me trace, me chame de neguinha. Aí não, aí não.

Eles

Posted by Navii On fevereiro - 25 - 2009

Brincar o Carnaval não estava nos meus planos. Até que recebi um convite para um camarote estatal, na Barra. Os amigos insistiram. Tá, topei! Mal sinalizei com o “topei” despejaram a série de alertas. Não leve cartão ou talão de cheques. Documento, só xerox. Leve dinheiro trocado, miúdo, espalhado pelo corpo. Não, não adianta colocar no bolso da calça, eles metem a mão no bolso e você nem vê. “Eles?” Mas é melhor não ir de calça, ou melhor, não se usa calça em carnaval. Bermuda velha, abadá, você tem abadá?! Engraçadinho! Interrompi a lista de alertas para esclarecer. “Vou de calça”. Então, arranje uma bolsinha e amarre na cintura, por baixo da cueca. Sabe aquelas bolsinhas tipo kit brega? Mas não dobre o dinheiro porque faz volume e eles vêem. “Eles?” Eles, os senhores da festa. Ah! Durval, Saulo, Carlinhos? Por que não”elas”? E o que eles querem com meus trocados no kit brega por baixo da cueca?

Quando decidimos sair, novo alerta. Você vai levar a chave da casa? É melhor não. Deixe em algum canto, embaixo do tapete, atrás da planta. Nossa, até a chave da casa?! Ah! Também esqueça o carro. Nada de carro. Vamos de taxi. E assim pegamos o taxi. Reparei que o taxista nos olhou preocupado. E meus amigos olharam o taxista igualmente preocupados. Rádio Itaparica no ar, propaganda do Chiclete, de Bell, da loja de vinhos, da rádio. Som do Chiclete, de Bell. Ai fiquei sabendo que a Itaparica é de Bell, do Chiclete. Cultura do Carnaval. Saímos do Candeal às 22h. Chegamos na Barra quase meia-noite, depois de uns 20 quilômetros de rádio Itaparica. Na divisão do táxi, um drama. Todas as bolsinhas kit-brega expostas ali, naquela cena humilhante de cuecas pra fora.

Descemos na multidão do Chame-Chame (até a Barra seriam mais duas horas). Notei os amigos tensos. Comecei a ficar tenso também. Todos tensos. Paramos para pedir informação. O rapaz parecia embriagado. “ Vocês tão perdido… nós leva lá”. Gentileza fora de hora. Meus amigos desistiram e eu achei que o rapaz poderia ser um “deles”. Fomos atrás do camarote da Bahiatursa. Tudo free, tudo calmo, tudo gente fina por lá. Nunca fui num camarote. Também por isso aceitei brincar o carnaval. Depois de atravessar em zigzags multidões de bêbados, de turistas (os turistas parecem todos bêbados), de gente aos gritos, de índio branco, de branco preto, de malhados, tatuados e desafinados, chegamos. Meus amigos pareciam saídos do front. Você não viu? Passamos por vários deles. “Deles”?!

Desista de conversar no Carnaval. Tinha essa ilusão. Encontrei meu amigo Ernesto, também de calça. Arráá! Ernesto também devia estar com uma bolsinha kit brega na cueca! Mas lógico, não havia como conversar. O som do camarote da Bahiatursa era… era pra ser interditado pela Bahiatursa. Sabe aquela música chata (virou chata) de Gonzaguinha… “e a vida.. e a vida o que é diga lá mermão”. O cantor aos berros não acertava a letra. Aquilo sim me irritava. Pensei em voltar dali. Mas não, vamos ver pelo menos um trio passar. E começou a passar o trio do Nu Outro. Tomate, o cantor. Minha nossa! Como todos sabem que é raro tomate orgânico, sem agrotóxico… xapralá. Mas havia outro trio na linha de ataque. Até aquele momento, nada “deles”. Foi bom ter ficado pra ver o trio do Trimix, sem Tatau. O Trimix é aquele que arrastou 3 milhões de foliões, segundo o Correio. Mas que coisa fofa! O trio trazia uma banda de Goiás, os Cavaleiros Elétrico (elétrico, no singular). Deve ser brincadeira dos goianos com Trio Elétrico. Porque para eles, de Goiás, o certo seria Trio Elétricos. Como Trio Elétrico faz sucesso, resolveram criar os Cavaleiros Elétrico. Coisa fofa, nada. Misturaram música sertaneja Gospel com axé e carmens mirandas da Rua Manuel da Nóbrega. E os dois cantores de camisas listradas preto e branco! Vascooo!! E toda a banda de camisas listradas, vermelho e branco!! Wallyyy!! Pra mim era demais! Saímos do camarote de volta ao front. De novo meus amigos tensos, em zigzags. Cheguei em casa quase às 3h, exausto de brincar o Carnaval. Tirei a roupa, tomei banho e caí em sono. Foi quando, dormindo, lembrei do kit brega.

Sumiu!

Por Arthur Andrade

TVE: Acertos e erros na maior ousadia do Carnaval

Posted by Navii On fevereiro - 23 - 2009

Não é Dalila, não é Fantasmão, não é o Kuduro. A maior ousadia do Carnaval de Salvador é a TVE. Afinal, 60 horas de transmissão da festa não são para o bico de qualquer um, sobretudo qualquer um sem a tecnologia no pico. Daí a ousadia. Mas é importante , também, destacar a vontade férrea em transmitir “a maior festa de rua do mundo “ armada para levantar a audiência. Por isso, bem ao estilo dos bons estrategistas, a emissora convidou a vizinha do lado para juntar máquinas e técnicos contra  os “adversários” comuns. TVE e TV Aratu fizeram o primeiro pool público-privado do setor em pleno Carnaval. Juntaram 300 profissionais, caminhões, mesas de edição, milhares de metros de fios, luzes, câmeras e ações nos três circuitos da maior loucura de estilos do mundo. Alguém vai desqualificar a iniciativa. Alguém vai visualizar interesses políticos, sucessão em 2010, articulações bem e mal passadas. Alguém mais vai questionar a razão do pool e a determinação em entrar na batalha pela audiência. Ora, tolice é achar que emissora pública não busca audiência. Busca sim. Não é muito bom falar do passado, mas houve um tempo em que falar em audiência nos bastidores da emissora do Irdeb (Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia) era, no mínimo, politicamente incorreto. Audiência é para os outros, não para nós – cansei de ouvir. Buscar audiência implica em abrir mão da qualidade, era outra bobagem repetida pelo passado. Entre 1982 e 1986, a outra emissora do Irdeb, a Rádio Educadora, chegou a 3º lugar de audiência. Mas nós queríamos o primeiro. E a Educadora só tocava música brasileira e tinha 5 quilos na antena – contra 25, 30 das outras! E chegou a terceiro lugar. A equipe evitava falar em busca de audiência, mas trabalhava para isso também. Quando a emissora mudou no “governo da mudança” - perdeu audiência porque mudou demais - voltaram ao discurso da derrota: “Não precisamos de audiência”. Precisa, sim. Precisa encontrar a linguagem para chegar a mais gente possível, para mostrar a cara sem vergonha. E o Carnaval é uma das ocasiões mais propícias para mostrar essa cara. Mesmo errando. A transmissão está repleta de erros. Erros hilários até. A apresentadora chama a repórter na Barra. A repórter entra e chama a apresentadora de volta. A apresentadora devolve a bola para o Campo Grande que não entra. Quando entra a imagem, o áudio está na Barra. Ou imagem na Barra, áudio no Pelourinho. O diretor do Irdeb, o cineasta Pola Ribeiro, deve arrancar os fios da barba e o resto dos cabelos com as barbeiragens. Mas calma Pola, toda ousadia tem seu preço, seus erros e suas noites mal dormidas. Mas uma hora a turma toda acerta. É só uma questão de tempo e de ajustes para os próximos carnavais.

Por Arthur Andrade

Dalila? A de lá? Ou a de cá? Eis a questão.

Posted by Navii On fevereiro - 23 - 2009

Lembram-se daquela antiga propaganda: “A minha voz continua a mesma, mas os meus cabelos…” Ah! Analogia existe pra isso. Para se associar idéias. Prefiro achar que a letra de Dalila seja realmente um código secreto. Talvez ela faça analogia ao sucesso dos tempos das marchinhas (“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é?”). Sansão, embora vivesse na Palestina de então (a mesma de hoje?) era hebreu. E, Dalila, a sedutora, filha de Gaza, era uma filistéia. Amor e traição. Deu no que deu, cortaram a cabeleira de Sansão, e ele ficou sem forças. Mas sua fé o ajudou a recobrar os ânimos musculares, e derrubou o templo de Dagon. A música passa longe dessa história o que a torna mais suspeita de estar codificada, pois é mais fácil entender a paixão de um hebreu por uma filha de filisteus do que compreender se a Dalila do Carnaval da Bahia vai chegar ligeiro. Ivete bem que tenta fazer a galera entender, com sua voz e sedução dalilanianas. Mas não se entende tão ligeiro assim. Isso é um prato cheio para a CIA, embora com o Bará no comando os métodos talvez tenham se abrandado. Vale dizer que é melhor admitir que a Dalila daqui não é a mesma Dalila de lá. Entenderam? Nem eu.

Sherlock

Mariene é rainha da Fundação Cultural

Posted by Navii On fevereiro - 11 - 2009

12A cantora Mariene de Castro  vai ser coroada  rainha da Fundação Cultural, na quarta-feira, 18, no Palácio do Rio Branco, no Centro Histórico de Salvador.  Mariene foi escolhida a melhor representante da cultura e alegria baianas por artistas, técnicos, produtores e promotores culturais da Fundação. A festa começa às 15h, com a tradicional lavagem da Faceb, na véspera do Carnaval.  Na quinta-feira de Momo, 19, Mariene desfila no Alerta Geral, ao lado de importantes sambistas do país.

A artista faz nessa sexta, 13, mais um show do Projeto Santo de Casa, no espaço Cais Dourado (Comércio), a partir das 21h. E no domingo, 15, a sambista participa do projeto Domingo no TCA, às 11h, com ingresso a R$ 1.

Nova luz no Festival de Verão: Mariene de Castro.

Posted by admin On janeiro - 31 - 2009

No palco principal do Festival de Verão, já na madrugada de sábado, 31, Mariene foi puro brilho. Encanto. Voz docemente forte. Contagiante. Samba no pé. Nos quadris. Na ginga de raiz. Aplausos. Emoção. Ritos e ritmos marcantes. Mariene de Castro é poesia corporal. Muita expressividade. E a galera embala junto com ela noite adentro. Uma prova de que o samba nasceu na Bahia. Tudo confirma o que poetas e profetas da música já disseram: “Toda menina baiana tem um jeito, que Deus dá.” Mariene recebeu muitos jeitos. E desliza com dengo, doçura e animação. Um espetáculo dentro da diversidade. Uma luz com brilho próprio. A menina da Bahia ganha o mundo.

(Por Zé Armando Nogueira)

Mariene de Castro hoje no Boteco do Samba

Posted by admin On janeiro - 27 - 2009

A artista mostra o show “Abre Caminho” no espaço dedicado ao samba no Festival de Verão

A cantora Mariene de Castro mostra parte do seu show “Abre Caminho” no Boteco do Samba, hoje, 28, primeiro dia do Festival de Verão de Salvador. O espetáculo “Abre Caminho” é apresentado desde dezembro de 2008 no Cais Dourado, no Comércio, sempre com platéias lotadas. Depois da noite do Boteco, Mariene vai ao palco principal do Festival de Verão na sexta, 30, no Encontro do Samba, ao lado de Dudu Nobre, Arlindo Cruz, Fundo de Quintal, Nelson Rufino e grupo Revelação.

No sábado, dia 31, Mariene faz ensaio, às 22h, na Senzala do Barro Preto, do Ilê Ayê, no Curuzu - ao lado de Tonho Matéria, Banda Aiyê e convidados. A cantora e compositora retoma ao Projeto Santo de Casa nos dias 6 e 13 de fevereiro, sempre às 21h, no espaço Cais Dourado. No dia 15 de fevereiro, participa do projeto Domingo no TCA, às 10h, com ingressos a R$ 1,00. Mariene de Castro , baiana de Salvador, começou carreira musical solo na França, há 12 anos, depois de passar por Timbalada, Carlinhos Brown e Márcia Freire. Em 2005 lançou Abre Caminho, patrocinado pela Braskem, disco premiado pelo Projeto Tim de música.

O futuro “nas nuvens” da informática

Posted by admin On janeiro - 15 - 2009

Os netbooks invadem a Terra como seres do bem. Mas…

Imagine um notebook equipado com o que há de mais avançado em TI e faça algumas modificações: troque o poderoso processador dual core por outro, mais simples, e diminua sua capacidade de armazenamento; retire o leitor/gravador de DVD e o floppy-disk. (Hã? Floppy-disk?) Uma entrada USB será conservada, permitindo o acoplamento de pen drives. O que sobra? Um netbook. Os netbooks são a mais nova aposta do mercado de TI. O preço reduzido e a estrutura mais compacta em relação a um notebook convencional têm atraído os consumidores interessados em uma forma mais barata e cômoda de acessar a rede. Em 2008, nos EUA, foram vendidos 11 milhões de aparelhos – crescimento de 500% em relação a 2007, quando foram vendidos 200 mil netbooks. E, claro, ainda há o fator mobilidade. Mas, os netbooks não são apenas uma opção mais econômica para se conectar à internet: atrás de sua estrutura simplificada está se consolidando uma verdadeira revolução no universo do processamento de dados.

Computação em nuvem

Lembre, agora, dos serviços de webmail: eles tornam desnecessária a instalação de softwares – como o Microsoft Outlook – no HD dos nossos computadores. Assim, os e-mails que você redige, envia e recebe, ficam armazenados em um servidor distante podendo ser acessados a partir de qualquer máquina conectada à rede – o Gmail, por exemplo, disponibiliza para os seus usuários um espaço “virtual” de cerca de 7 GB. Suponha, então, que todos os outros softwares sejam também “virtualizados”: editores de texto ou imagem, programas de planilhas eletrônicas, enfim. Nenhum deles precisaria ser instalado no seu computador, pois já se encontrariam prontos para utilização direta da internet. O armazenamento de documentos e arquivos também seria feito na rede. Pois bem, chama-se a isso – e não só a isso – computação em nuvem (“cloud computing”). Para quê, então, computadores com processadores poderosíssimos e memória de paquiderme? Seriam desnecessários. Retire os excessos. Mais uma vez, fica o netbook.

As vantagens da cloud computing

Em princípio, os grandes interessados em “cloud computing” são os conglomerados com grande demanda de armazenamento de dados. Antes dessa possibilidade, as empresas tinham que montar seus data centers, investindo em espaço físico, equipamentos, infra-estrutura, manutenção, suporte técnico e energia. Com a transferência de dados para servidores remotos (a Locaweb já oferece o serviço no Brasil), é possível a redução de custos (a “virtualização” permite reduzir esforços e cerca de 40% o consumo de energia, excelente argumento para a nova onda de “TI verde”). Além disso, para aumentar a capacidade de armazenamento não será necessário nenhuma grande manobra. Softwares podem ser instalados nos servidores remotos e utilizados por vários terminais (1 terminal = 1 monitor, 1 teclado e 1 mouse).

A expectativa é que, com o passar dos anos, os computadores domésticos participem da “nuvem”. Qualquer pessoa poderia “ter” um supercomputador em casa! E elas não mais se complicariam com a instalação de softwares, que já estarão disponíveis para uso na rede (a Microsoft está empenhada no desenvolvimento de um sistema operacional online, o Windows Cloud).

Embora sejam muitas as promessas da computação em nuvem, existe uma preocupação quanto à privacidade: ao menor deslize, dados como a movimentação financeira de uma empresa parariam nas mãos de golpistas, ou mesmo nas mãos das suas concorrentes. Importantes projetos poderiam ser roubados, antes mesmo de concluídos, e registrados por terceiros. Esses riscos, no entanto, não parecem suficientes para impedir o crescimento da nuvem.

Por Thácio Faria

Equipe Navii Conteúdo.

HP ganha concurso de sustentabilidade do Wal-Mart

Posted by admin On janeiro - 15 - 2009

Wal-Mart desafia os seus fornecedores a desenvolverem produtos e embalagens ecologicamente corretos

A competição Walmart’s Home Entertainment Design Challenge criada ano passado pela Wal-Mart é um desafio aos fornecedores para transformar o design de seus produtos e embalagens para reduzir seu impacto ao meio ambiente.
A competição teve mais de 30 competidores e principalmente grandes empresas como Sanyo, Philips, Lemark e HP.
A HP foi a grande vencedora deste ano ao redefinir a embalagem do seu notebook Pavilion dv6929.
Em vez de isopor e milhares de mini caixas a HP substituiu a embalagem tradicional por uma bolsa feita 100% de materiais reciclados. Com essa mudança a redução foi de 97% no material usado na embalagem.
Dentro da bolsa todos os acessórios, cabos, bateria, manuais e cds de instalação. E até o transporte foi otimizado utilizando apenas uma caixa de papelão com capacidade para três bolsas. Você compra o notebook e já sai com ele prontinho para o uso com a sua bolsa.

Retirado do blog de Rodrigo Barba.

Natal do Pelô nas fotos de Rabello e Camelo

Posted by admin On dezembro - 25 - 2008

Ricardo Rabello: corpo nu às avessas

Posted by admin On agosto - 1 - 2008

Diretor de RTVJ da Navii - Informação Inteligente, Ricardo Rabello prepara material para futura exposição. Atento ao pouco visível, Rabello  é  obsessivo na busca da melhor luz e da mais intensa sensualidade das imagens, seja a de um corpo em movimento, seja no insólito posto de gasolina numa madrugada deserta da Cidade Baixa, em Salvador. Nesta foto (Fabiane) Rabello despe a mulher às avessas, deixando o tecido como uma epiderme solta no ar. (Magda Navarro)

Para conhecer mais trabalhos de Rabello, acesse www.flickr.com/photos/rabello07